Corre por aí, e milhares de relatos anônimos são testemunhos de fé, a existência de um certo misticismo, quase sacrossanto, reservado exclusivamente à terra avermelhada que abençoa campinhos de várzea espalhados aleatoriamente por todo o Brasil. O terreno humilde, de linhas tão tortas como as de qualquer destino instável e simetricamente perfeito em cada detalhe inacabado, pode se dar ao luxo de contar biografias dos filhos já crescidos que um dia ajudou a criar como também de outros tantos adotados voluntariamente ao longo de todos estes anos. Eis então que surge esta breve história, oriunda do impecável terrão da Tia Eva. Ou melhor, da ARENA Tia Eva (porque não importa: se é Copa, é Arena) santificado no tradicional bairro da Baixada do Glicério, na capital paulista. Ali aconteceu a primeira Copa dos Refugiados, entre sábado (02) e domingo (03), competição que reuniu mais de 200 homens de 16 países diferentes, em sua maioria do continente africano.

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