Senhoras, senhores e senhoritas: eis que é chegada a hora do mais prestigioso prêmio do futebol brasileiro. Aqueles que todos aguardam com ansiedade e os leitores tanto gostam de participar. Então, vamos falar sobre o Tolete d’Oro 2011!

Elegeremos o jogador que mais conseguiu decepcionar, com futebol que não jogaria nem no time do Chico Linguiça, dono de bar e técnico do Unidos d’A Várzea, um dos mais importantes times o futebol amador desse país.

Em 2010, o grande vencedor do prêmio foi Keirrison, então no Santos, que conseguiu bater nomes como Cléber Santana, Belletti, Defederico, Val Baiano e Valdívia. Uma vitória massacrante e épica.

A edição 2011 seguirá o sistema de disputa de 2012: via Twitter (@trivelafutebol), usando a hashtag #toletedoro (SEM A HASHTAG NÃO ADIANTA), nossos leitores terão direito a apenas um voto cada e escolherão um dos dez nomes duramente selecionados pela equipe da Trivela.

A concorrência para entrar na lista de indicados foi enorme e depois de muitas discussões, porradas e muitas brigas, chegamos aos seguintes nomes:

Guilherme (Atlético-MG)
Contratado a peso de ouro, mas acabou o campeonato valendo menos do que latão.

Keirrison (Cruzeiro)
O campeão do ano passado conseguiu mais uma vez mostrar que nasceu para o Tolete d’Oro.

Bobô (Cruzeiro)
O maior artilheiro da história do Besiktas chegou para tentar tirar o time do rebaixamento. Marcou um gol em seis jogos e entrou na lista do Tolete d’Oro.

Kléber (Palmeiras)
Três gols no campeonato, confusões e um futebol digno de ficar afastado o campeonato todo. Já entra como favorito na disputa.

Carlos Alberto (Bahia)
Alguém ainda se engana com Carlos Alberto? Bom, aparentemente o Bahia sim.

Renan (Corinthians)
Contratado para ser o titular do gol do Corinthians, entrou, comprometeu e já deve sair do clube. Sucesso.

Valdívia (Palmeiras)
Voltou coberto de glórias por ser ídolo da torcida, mas ficou mais no departamento médico do que em campo. E muitos preferiam que ele ficasse só no DM mesmo…

Morro García (Atlético-PR)
Maior contratação da história do Fucarão, o uruguio de 20 anos  chegou para ser o grande atacante do time. Virou reserva no time que foi rebaixado e que tinha Nieto como titular.

Martinuccio (Fluminense)
Disputado a tapas por Palmeiras e Fluminense, acabou no tricolor. E foi banco o campeonato todo. Até o Palmeiras gostou de ter perdido a contratação.

Juan (São Paulo)
Chegou para resolver o problema da lateral. Não resolveu e ainda criou outros.

Alex Silva (Flamengo)
Grande contratação para a zaga do Flamengo, não conseguiu ir além do nível Welinton de futebol, só que ganhando mais.

Denílson (São Paulo)
Veio do Arsenal com pompa, mas o que conseguiu foi ser expulso repetidas vezes e ficar suspenso.

Mancini (Atlético-MG)
Ídolo dos atleticanos quando deixou o Brasil, voltou para tentar recuperar o prestígio. Ficou na tentativa.

Íbson (Santos)
Veio como um grande nome para o meio-campo, mas os santistas viram só um jogador que não conseguiu dar nem força de marcação, nem apoio ao ataque.

Bolívar (Internacional)
Conseguiu virar reserva do contestado Juan na zaga do Inter. Até o Índio joga e ele não.

Declaramos oficialmente aberto o prêmio Tolete d’Oro! Envie o seu voto!