Outra Cidade

O legado que não virá e o fim definitivo do sonho olímpico

Vamos voltar um pouco no tempo. Outubro de 2007, Zurique, o então presidente da Fifa, Joseph Blatter, vai ao púlpito com um envelope na mão. Lá estava o nome do país que organizaria a Copa do Mundo de 2014. Nenhuma surpresa, já que havia candidatura única: o Brasil estava escolhido. Dois anos depois, a cena se repetiu. Jacques Rogge, presidente do COI, abre o envelope e anuncia a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Ali havia apreensão devido à concorrência espanhola, mas o resultado foi parecido e a incumbência era do Rio de Janeiro.

Continue lendo no Outra Cidade.

Mostrar mais

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo