De 17 de junho a 17 de julho, a Copa de 1994 se tornou pauta diária aqui na Trivela. Elaboramos um especial relembrando os jogos, os personagens e as histórias daquele Mundial, que habita na memória afetiva de tanta gente. A competição pode não ter sido a mais primorosa tecnicamente, mas guardou uma porção de jogos dramáticos, a eclosão de grandes jogadores e o desafogo de milhões de brasileiros com a conquista do tetra. Para facilitar o acesso ao material publicado, eis a lista com o conteúdo completo:

Fase de grupos

17 de junho: Klinsmann fez aquilo que Diana Ross não conseguiu na abertura
18 de junho: A Colômbia começa a ruir diante da irresistível canhota de Hagi
19 de junho: Preud’Homme, Dahlin, Jorge Campos e o sol escaldante
20 de junho: Os russos não conseguiram parar Romário
21 de junho: Maradona, Yekini e duas comemorações eternas
22 de junho: Andrés Escobar, o gol contra e o lamento profundo
23 de junho: Uma Itália sem Pagliuca, Baggio e Baresi, mas cheia de valentia
24 de junho: O Brasil foi de Romário, mas também de Dunga e Bebeto
25 de junho: A pretendida redenção de Maradona, de mãos dadas com o adeus
26 de junho: A vitória se tornou inútil e não evitou a eliminação da Colômbia
27 de junho: A artilharia de Klinsmann não aliviava as críticas à Alemanha
28 de junho: Salenko e Milla entravam para a história dos Mundiais
29 de junho: Al-Owairan e a arrancada fenomenal que ficou na memória
30 de junho: A história de Maradona nos Mundiais tem seu ponto final

Oitavas de final

1° de julho: A fase de grupos termina e Parreira aponta para mudanças
2 de julho: As oitavas começam com um Alemanha 3×2 Bélgica sensacional
3 de julho: Hagi e Dumitrescu vivem uma tarde demolidora contra a Argentina
4 de julho: “Eu te amo”
5 de julho: Baggio arranca uma classificação agonizante contra a Nigéria

Quartas de final

6 de julho: O Brasil se prepara à Holanda e Romário solta o verbo
7 de julho: Romário conhece os holandeses e nasceu Mattheus, filho de Bebeto
8 de julho: Na véspera de Brasil x Holanda, Branco promete arriscar seus chutes
9 de julho: O tapa de Romário, o ninar de Bebeto e o míssil de Branco
10 de julho: A Bulgária despacha a Alemanha e se sacramenta como surpresa

Semifinal

11 de julho: A mente de Dunga, o milagre de Baresi e a amizade Romário-Stoichkov
12 de julho: O clima na véspera das semifinais
13 de julho: Um Baixinho no meio de gigantes coloca o Brasil na final

Final

14 de julho: As interrogações sobre a presença de Baggio na final
15 de julho: O que pensava Romário antes de encarar a Itália
16 de julho: Quais eram as expectativas na véspera do tetra
17 de julho: É TETRA! É TETRAAAAAAAA!