Neste momento de pandemia do novo coronavírus, a Trivela traz textos com informações relevantes sobre o tema. Acreditamos que a informação é uma arma poderosa contra a crise, inclusive mentalmente. Tem uma sugestão de texto do dia? Mande para redacao@trivela.com

Doença X: grupo da OMS já previa surto similar ao coronavírus desde 2018

Na sua coluna no UOL, Jamil Chade conta sobre um projeto da OMS para combater uma possível epidemia que chamaram genericamente de “Doença X”. O colunista conta como a OMS já previa uma possível epidemia, como tinha acontecido com o Ebola entre 2014 e 2016, e queria ter um grupo preparado para acelerar as medidas necessárias em uma situação de emergência.  Só que ao contrário do Ebola, que ficou concentrado em pequenas área geográficas, o vírus que a OMS trabalhava era de fácil disseminação e causaria apenas mal estar leve à maioria dos infectados, o que os levaria a continuar trabalhando e circulando pelo mundo, disseminando continuamente. É praticamente um retrato do que está sendo o novo coronavírus.

“Gripezinha”? Coronavírus já debilitou astros do esporte

O novo coronavírus tem sido constantemente minimizado pelo governo Bolsonaro, especialmente na figura do presidente. Embora tenha sido chamado de “gripezinha”, a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, já debilitou atletas importantes do esporte mundial, que sentiram os efeitos nada tranquilos. Cameron van der Burgh, campeão olímpico em Londres 2012 e vice na Rio-2016, afirmou que “é o pior vírus que já enfrentei”.

Como o Brasil foi afetado pela pandemia de H1N1, a 1ª do século 21?

Matéria da BBC Brasil fala sobre a pandemia de H1N1, a chamada gripe suína, descoberta no México,se alastrou muito rapidamente e fez muitas vítimas. O Sars-Cov-2, o novo coronavírus, pode seguir caminho parecido. E por isso, é importante lembrar como a H1N1 foi combatida. De 11% a 24% da população global na época, algo entre 700 milhões e 1,7 bilhão de pessoas, teriam contraído o vírus. Cerca de 200 mil pessoas morreram, segundo a OMS. O Brasil teve mais de 53 mil casos do H1N1. O novo coronavírus já mostrou que é capaz de se espalhar ainda mais rápido que a H1N1.

Coronavírus: os dados que põem em xeque ideia de Bolsonaro de isolar idosos

Ainda na BBC, desta vez em uma matéria assinada por Luis Barrucho direto de Londres, sobre a ideia pouco efetiva de isolar apenas os idosos e não os demais grupos da população. Um dos dados da matéria é que 66% dos idosos, um em cada sete, vivem no mesmo domicílio com alguém que não é o seu cônjuge. O Brasil tem cerca de 15% de idosos.

#BoasNotícias25/3: Curados pelo Brasil, 405 mil voluntários e mais

No Ecoa, no UOL, traz algumas boas notícias na pandemia do coronavírus. Uma delas é que o número de pessoas curadas da doença, como na Paraíba, onde todos os infectados já se recuperaram. No Reino Unido, 405 mil pessoas se candidataram a serem voluntários para manter o sistema de saúde britânico funcionando, o NHS. O pedido tinha sido feito pela Rainha Elizabeth, que depois saudou os cidadãos pela solidariedade. Em São Paulo, o Sesc colocou 40 unidades à disposição do poder público para usar para a saúde pública.

Maia diz que fim do isolamento é pressão da Bolsa e que é preciso ‘equilibrar vidas e empregos’

Rodrigo Maia deu entrevista nesta quarta-feira e falou sobre a pressão para que o isolamento seja afrouxado e disse que vem do mercado financeiro e colocam o seu risco de investimento nas costas da saúde das pessoas. O presidente da Câmara dos Deputados disse que é preciso “equilibrar vidas e emprego”.

“Se não tem teste, como saber se é coronavírus?”

Moradora da periferia de São Paulo, na zona leste de São Paulo, questiona a falta de testes do COVID-19 em meio à pandemia. Em matéria assinada por Luana Almeida, em depoimento à repórter Thais Bilenky, da revista Piauí, um relato de como o confinamento tem mais medo e pouco de informação sobre o que é o novo coronavírus.