Na contramão da correria pela notícia e pelo clique aleatório que GRASSA no jornalismo em geral e no jornalismo esportivo, em particular, um movimento interessante parece estar ganhando corpo. Em vários países, revistas apostam no texto longo, nas boas histórias e na pouca pressa para ler.

Antes da Copa do Mundo, entrevistamos os editores das revistas Don Júlio, da Argentina, e da El Escorpión, da Colômbia. Outras publicações independentes também vão dando as caras e subvertem a lenta derrocada do jornalismo impresso. Até certas concorrências, que pelo menos por enquanto pintam como competições saudáveis na busca por espaço entre os leitores, já começam a aparecer.

Na sequência das duas primeiras entrevistas, conversamos com mais três editores para saber os pontos de vista deles sobre o universo das revistas, os caminhos que pretendem seguir com seus veículos e como pensam que conseguirão fazer seus negócios deslancharem. São eles: Andrés Alba, da revista Sócrates, da Colômbia; Juan Arroita, da Kaiser Magazine, da Espanha; e Michael da Silva, da Rabona Magazine, da Inglaterra.

O jornalismo impresso vive. Ou ressurge.

 

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