Seleção que vem apresentando notável evolução no futebol sul-americano nos últimos anos, a Venezuela disputa a Copa América pela 18ª vez. Classificada para enfrentar a Argentina pelas quartas de final do atual torneio, nesta sexta-feira no Maracanã, a Vinotinto acumula histórias curiosas ao longo de seus 42 anos de participações. De saco de pancadas a força ascendente, relembramos aqui alguns momentos marcantes dessa trajetória.

A PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO

Último país da atual Confederação Sul-Americana a estrear sua seleção (em 1938) e a se filiar à Fifa (em 1952), a Venezuela só participaria da Copa América pela primeira vez em 1967, na 29ª edição do torneio, que na ocasião ainda se chamava Campeonato Sul-Americano e era jogado no formato de pontos corridos. Sediada no Uruguai, a competição foi inteiramente disputada no lendário estádio Centenário. O Brasil preferiu não participar, assim como o Peru.

A partida de estreia da Venezuela aconteceu em 18 de janeiro de 1967, contra o Chile. E já de saída houve um fato curioso: devido à semelhança das cores dos uniformes de La Roja e Vinotinto, os venezuelanos tiveram de atuar vestindo camisas aurinegras do Peñarol, emprestadas de última hora, para não haver confusão. Mesmo assim, os chilenos venceram facilmente por 2 a 0, gols de Rubén Marcos, ambos anotados na etapa inicial.

Três dias depois, diante dos anfitriões uruguaios, veio a primeira goleada: 4 a 0, com dois gols de José Urruzmendi e dois de Jorge Oyarbide. No dia 25, contra os argentinos, outra goleada (5 a 1), mas com a Vinotinto balançando as redes pela primeira vez: o atacante Rafael Santana, um espanhol das Ilhas Canárias que residia na Venezuela desde garoto, fez o gol de honra aos 27 minutos do segundo tempo quando a Albiceleste já vencia por 4 a 0.

O adversário seguinte, dali a três dias, seria a Bolívia, que em 1963 havia levantado seu único título da competição aproveitando-se do fato de jogar em casa, da ausência uruguaia e do envio de times alternativos por parte de Brasil e Argentina. Fora de La Paz, evidentemente, a seleção andina não tinha a mesma força. E seria contra ela que os venezuelanos conquistariam sua primeira vitória na competição com um categórico 3 a 0.

Os três gols vieram no segundo tempo: Humberto Scovino abriu o placar aos 14 minutos, o já citado Rafael Santana ampliou aos 22 e Antonio Ravelo, outro espanhol que migrou ainda garoto para a Venezuela, fechou a contagem a seis minutos do fim. Na despedida, um jogo movimentado contra o Paraguai: o meia Luis Mendoza colocou a Vinotinto na frente logo aos três minutos, mas os guaranis viraram para 4 a 1 em menos de meia hora de jogo.

A movimentação do placar, no entanto, não parou por aí: aos 32 da etapa final, Rafa Santana descontou para os venezuelanos. Ramón Colmán fez o quinto dos paraguaios aos 36. E Ravelo tornou a descontar para a Venezuela na última volta do ponteiro. Dirigida pelo argentino Rafael Franco Reyes, a seleção estreante terminou na quinta colocação, à frente da Bolívia. E com sete gols marcados em suas cinco partidas.

DOIS DÍGITOS

A edição seguinte do torneio seria a primeira das três disputadas sem sede fixa, com jogos em ida e volta e as seleções divididas em grupos, com semifinais e finais. E a pobre Venezuela foi sorteada logo numa chave com nada menos que Brasil (que voltava a participar após 12 anos) e Argentina. Mesmo jogando as duas primeiras partidas em casa, a Vinotinto não escapou de goleadas: 4 a 0 para a Seleção e 5 a 1 para a Albiceleste.

Mas nenhuma delas chegaria perto da surra homérica aplicada pelo time do recém-admitido técnico César Luís Menotti no dia 10 de agosto de 1975, em Rosario. Mesmo levando a campo uma seleção na época considerada “experimental”, dentro de amplo trabalho de renovação promovido pelo treinador, a Argentina não teve trabalho para massacrar a Venezuela por sonoros 11 a 0, com quatro gols no primeiro tempo e outros sete no segundo.

O zagueiro Daniel Killer abriu os trabalhos logo aos oito minutos. Gallego ampliou aos 13, Ardiles fez o terceiro aos 31 e o mesmo Daniel Killer marcou mais um aos 41. Na etapa final, Kempes anotou seu primeiro aos oito, Zanabria fez o sexto aos 13, Daniel Killer completou sua tripleta aos 15, Zanabria voltou a balançar as redes aos 19, Bóveda também entrou na brincadeira aos 35, Kempes marcou de novo um minuto depois e Luque – ufa! – fechou a contagem aos 42.

Foi a segunda maior goleada da história da Copa América, superada apenas pelos 12 a 0 aplicados pelos mesmos argentinos sobre o Equador em 1942. Mas o placar elástico de nada adiantou para a Albiceleste: o Brasil, que também utilizava um time experimental dirigido por Oswaldo Brandão, venceu os dois jogos contra a Argentina (2 a 1 no Mineirão e 1 a 0 em Rosario) – além de, é claro, golear duas vezes os venezuelanos – e ficou com a vaga nas semifinais.

ONDE O VENTO FEZ A CURVA

A goleada de 5 a 0 do Brasil sobre a Venezuela no dia 28 de junho de 1987 no Chateau Carreras, em Córdoba (Argentina) teria sido apenas mais uma fácil vitória da Seleção sobre a Vinotinto como era usual naqueles tempos. Mas a natureza resolveu roubar o protagonismo: o jogo entrou para a história da competição pela forte ventania que soprou especialmente durante a etapa final no estádio hoje denominado Mario Alberto Kempes.

Os ventos que sopraram na direção do gol venezuelano no segundo tempo chegaram a 80 km/h e provocaram um lance insólito, sempre lembrado quando se fala da partida: ao repor a bola em jogo, o goleiro César Baena deu um chutão para a frente, mas a bola sequer ultrapassou o meio-campo: parou no ar na altura intermediária venezuelana e fez a curva, empurrada de volta pela ventania, saindo em escanteio para o Brasil.

Só para registro, os gols do time de Carlos Alberto Silva (que acabaria eliminado no jogo seguinte ao ser goleado pelo Chile por 4 a 0) foram marcados por Edu Marangón e Morovic contra, no primeiro tempo, e Careca, Nelsinho e Romário na segunda etapa. Com o vento a favor.

MALDONADO E O GOL HISTÓRICO

Dois anos depois, na Copa América que sediava, o Brasil encaminhava um tranquilo 3 a 0 sobre a Venezuela – embora sob vaias da torcida baiana na Fonte Nova – quando algo inédito aconteceu: lançado nas costas da defesa brasileira e aproveitando a furada de Ricardo Gomes, que tentara o corte, o atacante Carlos Fabián Maldonado driblou Taffarel e estufou as redes para descontar… e marcar o primeiro gol da Vinotinto em cima da Seleção na história.

O Brasil fazia ali sua oitava partida no geral contra o então saco de pancadas sul-americano, tendo marcado 35 gols (contando os três daquela tarde em Salvador). Mas nunca havia sido vazado pelos venezuelanos. O time de Sebastião Lazaroni, no entanto, não seria a única “vítima” de Maldonado: o jogador do Unión Táchira marcaria os dois na derrota para a Colômbia por 4 a 2 e também o gol que abriu o placar no 1 a 1 com o Peru na partida seguinte.

Somente o Paraguai, que derrotou a Venezuela por 3 a 0 na despedida da Vinotinto, escapou ileso. Mesmo eliminado na primeira fase, Maldonado terminou aquela etapa como artilheiro do torneio. Depois, seus quatro gols seriam igualados pelo uruguaio Rubén Sosa e superados apenas pelos seis de Bebeto, o goleador no fim das contas. Mas o venezuelano ainda ficaria à frente de nomes ilustres como Romário, Caniggia e Francescoli.

O desempenho do meia na Copa América do Brasil foi tão marcante que anos depois valeu a ele uma passagem pelo futebol daqui: em meados de 1992, ele desembarcou no Fluminense para disputar o Campeonato Carioca (chegou a marcar um gol na estreia, numa goleada sobre o América de Três Rios) e a Copa do Brasil (na qual o Tricolor terminou como vice-campeão diante do Internacional). Mas no fim do ano já estava de volta ao seu país.

DOLGETTA, O ARTILHEIRO

Se o feito de Maldonado em 1989 já parecia espantoso, quatro anos depois ele teria um rival à altura – e que atuava pelo mesmo Unión Táchira: o atacante José Luis Dolgetta (pronuncia-se “Dolguetta”) também anotaria quatro gols pela Venezuela no torneio de 1993 e (agora sim) se sagraria o goleador isolado da competição, tornando-se o único nome do país na história a figurar na lista de artilheiros, ainda que mais uma vez a Vinotinto sucumbisse na fase inicial.

A estreia da Venezuela no Grupo A não foi nada promissora: acabou goleada inapelavelmente pelo Equador dono da casa por 6 a 1. Mas Dolgetta conseguiu deixar seu golzinho aproveitando um cochilo da defesa adversária, quando os anfitriões já venciam por 4 a 0. No jogo seguinte, contra o Uruguai em Ambato, a Vinotinto faria uma partida histórica e chegaria a estar por duas vezes na frente do placar, mas no fim cederia o empate em 2 a 2.

E foi Dolgetta o autor do gol que abriu o placar, invadindo a área pela direita e batendo rasteiro, quase sem ângulo, debaixo do goleiro Siboldi. Mas a exibição mais memorável viria no último jogo, contra os Estados Unidos, que venciam por 3 a 0 até pouco depois dos 20 minutos da etapa final. O atacante marcou o primeiro e o segundo gols da reação que culminou no empate em 3 a 3 obtido com gol do zagueiro Miguel Echenaussi no último minuto.

A seleção dirigida pelo iugoslavo Ratomir Dujkovic se despediu ali, mas de cabeça erguida. E, mesmo fora de combate, Dolgetta não foi superado na artilharia. Terminou com um gol a mais que o brasileiro Palhinha, o argentino Gabriel Batistuta, os equatorianos Raúl Avilés e Eduardo Hurtado e o peruano José Del Solar. Em 1995, Dolgetta anotaria outros dois na Copa América do Uruguai, consolidando-se como maior goleador venezuelano da história do torneio.

EMPILHANDO DERROTAS

Os resultados surpreendentes obtidos no torneio de 1993 levaram alguns a especularem sobre uma suposta evolução da Vinotinto, que parecia deixar de ser um mero saco de pancadas. Mas o que veio a seguir foi uma enorme inversão de expectativas. A Venezuela perdeu todos os jogos que disputou nas edições de 1995, 1997, 1999 e 2001 da Copa América, além dos dois primeiros de 2004. Foram 14 derrotas consecutivas.

Claro, nem todas as derrotas foram atropelamentos. Em 1995 mesmo, na última partida, o time perdeu apertado para o Paraguai por 3 a 2 graças a um gol de Gamarra a sete minutos do fim. Mas de vez em quando vinha uma chacoalhada: 4 a 1 para o Uruguai naquela mesma edição, 4 a 0 para o Equador em 2001 e um 7 a 0 para o Brasil em 1999 – sim, o jogo do “olha o que ele fez” de Ronaldinho Gaúcho, na narração imortal de Galvão Bueno.

Na última rodada da fase de grupos de 2004 veio o alívio: Dickson Morán abriu o placar contra a Bolívia aproveitando rebote do goleiro Leonardo Fernández. Gonzalo Galindo empatou ainda no primeiro tempo. Mas a Vinotinto se segurou e comemorou o pontinho, mesmo com a eliminação como lanterna do grupo decretada. Pelo menos não haviam perdido. Em tempo: o recorde de derrotas seguidas pelo torneio é do Equador: foram 17 jogos, entre 1939 e 1945.

A GRANDE GUINADA DE 2007

Diante deste quadro recente, portanto, nem o venezuelano mais otimista apostaria na mudança radical (ou talvez “da água para o vinho”?) pela qual a seleção do país passaria a partir da edição de 2007 do torneio, a primeira sediada pela Venezuela. A equipe do técnico Richard Páez terminaria a fase de grupos invicta e conquistaria pela primeira vez a classificação às quartas de final da competição, numa campanha histórica.

Na estreia, o time chegou a estar por duas vezes à frente no placar diante da Bolívia, mas sofreu o gol do empate em 2 a 2 a seis minutos do fim. Mas na segunda rodada, a vitória por 2 a 0 diante do Peru com gols de Alejandro Cichero e Daniel Arismendi encerrou um jejum de 40 anos sem triunfar em uma partida da competição. Em seguida, o empate sem gols diante do forte time uruguaio confirmou a Vinotinto num inesperado primeiro lugar do grupo.

Bizarramente, o adversário da Venezuela nas quartas seria o mesmo Uruguai, apenas quatro dias após o jogo da fase de grupos. O oponente era o mesmo, mas o apetite era outro: a Celeste abriu o placar com Diego Forlán e os venezuelanos empataram antes do intervalo com Juan Arango, de falta. Mas no segundo tempo os uruguaios deslanchariam, marcando com Pablo García, Cristian “Cebolla” Rodríguez e de novo Forlán, despachando os donos da casa por 4 a 1.

Mesmo assim, aquela campanha marcaria uma nova era para a seleção venezuelana. Até 2004, a equipe havia disputado 45 partidas pela Copa América e perdido 37, com sete empates e apenas uma vitória. De 2007 em diante, incluindo a fase de grupos da edição atual, são sete triunfos, oito empates e apenas cinco derrotas em 20 jogos. Nas últimas cinco edições, incluindo a atual, os venezuelanos passaram da primeira fase em quatro.

A MELHOR CAMPANHA EM 2011

Quatro anos depois do feito histórico em casa, a Venezuela brilharia ainda mais na Copa América da Argentina, cumprindo sua melhor campanha em todos os tempos no torneio sul-americano. Incluído no Grupo B, o time agora dirigido por César Farías estrearia segurando um 0 a 0 em La Plata com a Seleção Brasileira de Mano Menezes e do quarteto ofensivo formado por Neymar, Robinho, Alexandre Pato e Paulo Henrique Ganso.

Seis dias depois, em Salta, um gol de César González deu à Vinotinto a vitória por 1 a 0 sobre o Equador. E na última rodada, arrancaria na raça um empate com o Paraguai. Logo aos quatro minutos, Salomón Rondón receberia uma bola roubada na saída da defesa paraguaia e chutaria forte para abrir o placar. Mas os guaranis empatariam com o zagueiro Antolín Alcaraz no primeiro tempo e virariam na etapa final com Lucas Barrios e Cristian Riveros.

O gol de Riveros, aos 40 minutos do segundo tempo, parecia ter definido a vitória paraguaia. Só parecia. A Vinotinto não desanimou e foi para cima. Aos 44, Nicolás “Miku” Fedor recebeu uma bola que sobrou de Rondón e bateu cruzado para descontar. E aos 47, num escanteio, o goleiro Renny Vega foi para a área paraguaia e desviou de cabeça a bola para o zagueiro Grenddy Perozo deixar tudo igual. Invicta, a Venezuela avançava em segundo no grupo.

O adversário nas quartas seria o Chile, primeiro colocado do Grupo C à frente de Uruguai, Peru e México. Dirigida pelo argentino Claudio Borghi, La Roja já contava com destaques do time que seria bicampeão do torneio nas edições seguintes, como Claudio Bravo, Gary Medel, Arturo Vidal, Jorge Valdívia e Alexis Sánchez. Mas foi a Venezuela quem saiu na frente aos 34 minutos quando o zagueiro Oswaldo Vizcarrondo desviou de cabeça uma cobrança de falta.

O Chile reagiu no segundo tempo, acertou três vezes a trave e empatou aos 24 minutos num chute de Humberto Suazo que também bateu no travessão e quicou dentro do gol de Vega. Mas a Vinotinto sorriria por último: aos 35, Arango bateu falta para a área, Bravo bateu roupa e o lateral-esquerdo Gabriel Cichero se esticou para completar para as redes. A Venezuela alcançava uma semifinal inédita, na qual reencontraria o Paraguai.

Diferentemente do insano 3 a 3 da primeira fase, o jogo foi mais travado, com o empate sem gols persistindo por todo o tempo normal e prorrogação, especialmente depois que os paraguaios tiveram o meia Jonathan Santana expulso pelo segundo cartão amarelo no tempo extra. Na decisão por pênaltis, as duas seleções converteram suas duas primeiras cobranças, e o meia Cristian Riveros marcou o terceiro, colocando os guaranis em vantagem.

A terceira cobrança venezuelana ficou a cargo do meia Franklin Lucena, que chutou fraco, no meio do gol, para fácil defesa de Justo Villar. Em seguida, Oswaldo Martínez ampliou a vantagem do Paraguai, “Miku” Fedor ainda manteve a esperança marcando o terceiro da Venezuela, mas Darío Verón fez o quinto e definiu a passagem do Paraguai à final. O sonho da Vinotinto morreu ali, sem perder nenhuma partida no tempo normal pelo caminho.

A ressaca veio com a derrota por 4 a 1 para o Peru na decisão do terceiro lugar, quando o time foi presa fácil para o adversário especialmente após a expulsão do meia Tomás Rincón no início do segundo tempo. Willian Chiroque havia aberto a contagem na primeira etapa, antes de Paolo Guerrero marcar uma tripleta no tempo final, com Juan Arango descontando. Uma despedida dolorosa para a melhor campanha da história da Venezuela.

BOLÍVIA, A FREGUESA

A vitória de 3 a 1 sobre a Bolívia no último sábado em Belo Horizonte teve um significado a mais além de confirmar a classificação da Venezuela para as quartas de final da atual Copa América: com este resultado, La Verde passou a ser a única seleção contra quem a Vinotinto tem vantagem no retrospecto, considerando apenas os jogos válidos pela competição. Foram cinco partidas, com duas vitórias venezuelanas, uma boliviana e dois empates.

A outra vitória da Venezuela já foi citada aqui: justamente a primeira de sua história pela Copa América, os 3 a 0 lá em 1967. E o único triunfo boliviano veio quando La Verde jogou em casa, no torneio de 1997: 1 a 0, gol de Milton Coimbra, em jogo no Hernando Siles, em La Paz. Os dois empates também já foram citados: vieram em 2004, na cidade peruana de Trujillo (1 a 1), e em 2007, nos 2 a 2 de San Cristóbal que abriram a campanha venezuelana.

Os retrospectos contra outras seleções revelam mais curiosidades: Brasil, Argentina e Paraguai são as únicas equipes sul-americanas as quais a Venezuela ainda não venceu pela competição (contra a Albiceleste, foram cinco derrotas em cinco partidas). Até o fim da primeira fase da edição atual, o rival mais frequente é o Chile, com dez partidas, seguido pelo Uruguai com nove. Já o mais raro é o Equador: até hoje foram apenas três os embates.

Além de colaborações periódicas, quinzenalmente o jornalista Emmanuel do Valle publica na Trivela a coluna ‘Azarões Eternos’, rememorando times fora dos holofotes que protagonizaram campanhas históricas. Para visualizar o arquivo, clique aqui.

Confira o trabalho de Emmanuel do Valle também no Flamengo Alternativo e no It’s A Goal.