O Meu Time de Botão é um podcast da Central 3, nossa parceira no podcast semanal da Trivela, que traz um convidado para falar sobre um time que marcou a sua vida. Todas as edições podem ser vistas aqui.

Por Leandro Iamin e Paulo Junior, da Central 3

O ano de 1985 começou fervendo na zona oeste do Rio de Janeiro. Além do Grande Prêmio do Brasil, em Jacarepaguá, a primeira edição do Rock’n Rio aconteceria por ali. O que ninguém acreditava era que o Bangu chegaria à final do Campeonato Brasileiro e lotaria o Maracanã contra o Coritiba. As histórias deste time estão no Meu Time de Botão desta semana, produzido na Central 3, apresentado por Leandro Iamin e com o convidado Diego Tintin, cidadão e torcedor banguense.

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O craque em campo se chamava Marinho. Fora dele, Castor de Andrade, contraventor pra lá de folclórico, usava a grana do jogo do bicho para sustentar um elenco que tinha Ado, o goleiro Gilmar, o técnico Moisés e até a lenda Carlos Kaiser, aquele que assinou muitos contratos sem nunca jogar de verdade.

Entre falhas bizarras de arbitragem e trocas de estádios nos bastidores, o Bangu ultrapassou times como Internacional e Vasco no caminho para a decisão nacional. Também naquele ano, o Bangu foi vice-campeão carioca, derrotado pelo Fluminense e soterrado de boas histórias. Um time cujo craque, Marinho, hoje não tem quase nenhuma riqueza e mora em uma casa cedida pelo clube. Um clube que é, hoje, a imagem de seu ídolo, já que não pode mais nem sonhar com outro ano como aquele 1985.

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