Roberto Mancini rebateu as críticas da imprensa italiana por ter escalado a Internazionale sem um jogador italiano sequer no confronto contra o Artmedia, na quarta pela Liga dos Campeões. no jogo, o técnico escalou como titulares seis argentinos, dois brasileiros, um uruguaio, um português e um camaronês.

“Apenas estrangeiros no gramado? Para mim, são todos jogadores da Inter e todos são iguais. E se querem colocar as coisas desta forma, então deixemos de ser moralistas, de fazer apelos contra o racismo e dizer que todas as pessoas são iguais”, desabafou.

Adriano Galliani, dirigente do clube, também defendeu a escalação dos onze estrangeiros. “As normas permitem isso e não há nada a dizer da Inter. Quando estiver fora das regras, veremos”, comentou.

Em um artigo do diário La Padania, órgão oficial de comunicação da separatista Liga Norte, o diretor Gianluigi Paragone condenou duramente a escalação feita por Mancini.

´´A partida significa a morte do futebol. Onze jogadores estrangeiros significa que não há um só italiano suficientemente bom para ser titular. Decidimos abrir as fronteiras por pensarmos que seria bom e já se vêem os resultados: estádios vazios, passaportes falsos… As equipes buscam formações globais para contentar seu patrocinador e não sua torcida´´, escreveu Paragone.


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