Joshua Kimmich se tornou um jogador importante no Bayern de Munique e na seleção Alemanha desde que foi para o clube, em 2015. Sob o comando de Guardiola, o meio-campista e lateral floresceu, se tornou titular substituindo Philipp Lahm na lateral muitas vezes e no meio-campo outras tantas, e virou também um jogador importante na seleção alemã. Contratado por € 8,5 milhões em 2015, quando tinha 20 anos, veio do Stuttgart depois de ter passado também pelo RB Leipzig. Em entrevista à revista France Football, ele comentou sobre esses assuntos, além do fracasso da Alemanha na Copa do Mundo.

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Guardiola

“Com Pep, eu aproveitava cada treinamento. Ele é um técnico perfeccionista, que constantemente se importa com detalhes e não quer deixar nada ao acaso. Seus treinos são incrivelmente intensos. Ele é um amante de um jogo bonito. Em um nível pessoal, ele me fez evoluir em diferentes posições para me fazer um jogador versátil”, disse o jogador do Bayern.

“Antes de conversarmos, Pep tomou o cuidado de me analisar de A a Z, quando ele falou comigo sobre o meu jogo e meu estado mental, eu me reconheci 100%. Ele também me assegurou que ele não iria me usar simplesmente para fazer número, que eu provavelmente teria minha chance e ele iria apostar em mim. Sem esse discurso, eu não teria ido”.

Phillip Lahm

“Ele era incrível em regularidade. Seus desempenhos ruins podem ser contados nos dedos de uma mão. Eu queria cometer tão poucos erros quanto ele no posicionamento, antecipações, compensações e ser inteligente no gramado. Nesse nível, é uma fonte de inspiração: na habilidade de tomar as decisões certas entre gerir uma situação de jogo ou assumir riscos. Esse é o que ele fazia melhor, mas também é a coisa mais difícil de fazer e repetir”.

Xabi Alonso

“Ele é realmente especial nesse jogo. Suas transversais com precisão cirúrgica sempre me impressionaram. Minha posição favorita é a mesma que ele [volante à frente da defesa] e ele é uma inspiração real. Sua leitura do jogo era incrível. Eu lisonjeado por ser seu companheiro [por duas temporadas]. É provavelmente o melhor jogador com quem já joguei. No sistema de Guardiola, Xabi era o jogador perfeito. Ele sempre sabia para quem ele iria passar antes mesmo de receber a bola. Ele era o cérebro do time”.

Alemanha na Copa do Mundo 2018

“Usualmente, nós dizemos que a estrela da seleção é o coletivo e que nós não temos individualidades como a Argentina com Lionel Messi ou Portugal com Cristiano Ronaldo. Desta vez, nós não soubemos jogar como um time. Entre nós, não funcionou de A a Z. Nós não merecemos ir além do que fomos”.