Levantado há exatos 40 anos, em 28 de maio de 1980, o segundo título do Nottingham Forest na Copa dos Campeões acabou um tanto eclipsado pelo primeiro, vencido no ano anterior e considerado o ponto culminante da trajetória de conto de fadas vivenciada pelo time de Brian Clough. Não é, porém, um mero bônus: o bicampeonato rendeu ótimas histórias, até por ter sido vencido em contexto bem distinto do primeiro.

Se em 1979 havia uma espécie de aura favorável – daquelas que perpassam as sagas que pedem para ser contadas – levando o Forest adiante mesmo com todos os obstáculos, no ano seguinte o título veio em meio a dissonâncias, crises, abalos, baixas. Em vez de simbolizar a subida ao olimpo, foi na verdade a salvação da temporada. Assim, só poderia ser concluído com uma verdadeira prova de resiliência na final contra o Hamburgo.

Confira o texto completo no It’s a Goal, projeto do jornalista Emmanuel do Valle sobre a história do futebol inglês

Além de colaborações periódicas, quinzenalmente o jornalista Emmanuel do Valle publica na Trivela a coluna ‘Azarões Eternos’, rememorando times fora dos holofotes que protagonizaram campanhas históricas. Para visualizar o arquivo, clique aqui.

Confira o trabalho de Emmanuel do Valle também no Flamengo Alternativo e no It’s A Goal.