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Marcello Lippi aceitaria treinar a China, mas não a Itália

A Itália está bem com Cesare Prandelli no comando. Renovou seu elenco, foi vice-campeã da Eurocopa e dá bons sinais para a Copa de 2014. Menos mal para sua torcida porque, e a federação local decidisse imitar a CBF e buscar um ex-campeão de emergência, talvez ouvisse um “não”.

Nesta terça, Marcello Lippi, campeão mundial com a Azzurra em 2006, afirmou que não voltaria a treinar a seleção italiana. Mas ele não descartou um eventual trabalho na seleção chinesa. Motivo dessa diferença? Considera-se estigmatizado em seu país.

“Tenho saudade dos amigos, mas o que eu devia fazer na Itália já fiz”, afirmou. “Além disso, estou estigmatizado: onde quer que eu vá, Florença, Roma, me chamam de juventino”, comentou o treinador, que trabalhou na Juventus por oito anos, somando duas passagens.

Esse tipo de problema ele não vê na China, país onde trabalha nos últimos dois anos, no comando do Guangzhou Evergrande. “Creio que eu esteja nos pensamentos dos dirigentes para treinar a China. Por que não?”, afirmou.

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Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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