Itália

Cassano: “Se não fosse jogador, seria bandido”

O futebol impediu Antonio Cassano de entrar para o mundo do crime. Pelo menos é o que diz o atacante da Sampdoria em sua autobiografia “Dico Tutto” (Digo Tudo), que será lançada no próximo dia 19. Cassano, de 26 anos, considera que o momento que mudou sua vida foi um gol marcado pelo Bari contra a Internazionale, em 1999, quando despontou para o sucesso.

“Eu teria virado um seqüestrador ou um ladrão, de qualquer forma um delinqüente”, afirma o jogador. “Eu era pobre, mas nunca trabalhei na vida, até porque não sei fazer nada”.

No livro, escrito a quatro mãos com o jornalista Pierluigi Pardo, Cassano conta passagens de sua juventude (“Tirava dois em todas as matérias, levei seis bombas”) e fala das relações difíceis com os técnicos que teve na carreira, inclusive do desentendimento com Fabio Capello (a quem chamou de “mais falso que dinheiro do Banco Imobiliário”) durante a passagem pelo Real Madrid.

Sobre a vida pessoal, o atacante afirma ter feito sexo com “entre 600 e 700 mulheres, umas vinte delas do mundo do espetáculo”, e que sobretudo na Espanha havia facilidade para se encontrar com elas na concentração.

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