Inglaterra

Time inglês jogou com zagueiro no gol porque seus dois goleiros quebraram o braço

Crise de lesões é um problema em qualquer time, mas o que fazer quando o goleiro titular e o reserva se machucam no mesmo jogo? Foi o que aconteceu com o Scunthorpe, da terceira divisão inglesa, a League One. Os dois goleiros do time quebraram o braço e o time teve que jogar o segundo tempo inteiro com um jogador de linha no gol. Perdeu o jogo, mas até que o estrago não foi tão grande como uma situação desta poderia dar a entender. O time perdeu por 2 a 0 para o Bristol City, segundo colocado na liga.

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O goleiro se contundir durante o jogo é relativamente normal. O fato de ser uma contusão grave é duro, é triste, mas acontece. Foi o que aconteceu com Sam Slocombe, logo aos oito minutos do primeiro tempo. Ele quebrou os braços ao tentar dar um soco na bola em um cruzamento. Um baita azar.

No seu lugar, entrou James Severn, o goleiro reserva. Ele acabou sofrendo um gol, de pênalti, marcado por Jay Emmanuel –Thomas. Só que aí se machucou aos 42 minutos do primeiro tempo ao se chocar com Matt Smith, atacante do Bristol City – um centroavante de 1,98 metro de altura. O quer fazer, então? Não havia mais goleiros, claro. Então, quem assumiu as luvas e foi para debaixo das traves foi o defensor Andrew Boyce.

Com o placar em 1 a 0 para o adversário, vice-líder da liga, sem um goleiro de ofício e sendo que o Scunthorpe é só o 17º colocado, o cenário era de catástrofe. Mas não foi o que aconteceu. O placar ficou mesmo em 1 a 0 a maior parte do jogo. O Bristol City só chegou ao segundo gol aos 39 minutos do segundo tempo, depois que Jay Emmanuel-Thomas fez a jogada para Luke Freeman finalizar e marcar 2 a 0, o que praticamente selou o jogo.

O time vai ter que procurar um novo goleiro no mercado, porque braços quebrados não são curados rapidamente. Mas, na pior das hipóteses, Andrew Boyce tá aí para assumir as luvas quando necessário, porque até que ele foi bem no papel.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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