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Plano de estádio do Chelsea em área eternizada pelo Pink Floyd é frustrado

O sonho do Chelsea em construir um novo estádio nas proximidades de Stamford Bridge está arruinado. Os donos do terreno do Centro de Exposições de Earls Court, pretendido pelos Blues, negociaram a área com um consórcio malaio em 2012. E, nesta quarta, o conselho das regiões de Hammersmith e Fulham aprovou a construção de 7,5 mil casas no local.

Além do espaço do Centro de Exposições, o Chelsea também aproveitaria a área vizinha, ocupada pela usina termelétrica desativada de Battersea. O local foi imortalizado pela banda britânica Pink Floyd, aparecendo na capa do disco Animals. À beira do rio Tâmisa, o terreno tem aproximadamente 157 mil metros quadrados e abrigaria uma arena com capacidade para 60 mil torcedores.

Líder do conselho, Nicholas Botterill comentou a decisão: “Realmente não há espaço para o Chelsea no redesenvolvimento de Earls Courts e o conselho permanece acreditando que o futuro do clube é mais bem servido em sua casa histórica, Stamford Bridge”.

Outra possibilidade estudada pelos Blues é a ampliação de Stamford Bridge, que é apoiada pelo conselho de Hammersmith e Fulham. Construído em 1877 e utilizado pelo Chelsea desde 1905, o estádio tem capacidade para 42 mil torcedores, o sexto maior da Premier League – com 98,9% de ocupação nesta temporada.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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