Holanda

As 14 melhores frases de Johan Cruyff, o craque que jogava com o cérebro

Se jogar futebol é um exercício mental, mais do que físico, e Johan Cruyff foi um dos melhores jogadores de todos os tempos, podemos concluir que o holandês era uma pessoa muito inteligente. Além dos seus méritos esportivos, isso ficava claro quando Cruyff colocava-se a comentar o futebol, tanto no abstrato quanto no específico. Errou previsões e falou besteira com frequência, mas também nos presenteou com pérolas de sabedoria, das quais reunimos 14 (você sabe por que esse número) para fazer mais uma homenagem a esse gigante.

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De todas as frases que separamos, a mais inteligente é a seguinte, tão mais que as outras que não achamos justo colocá-las na mesma lista: “De certa maneira, sou provavelmente imortal”.

Técnica não é ser capaz de fazer mil embaixadinhas. Qualquer um faz isso com prática e pode trabalhar em um circo. Técnica é passar a bola com um único toque, com a velocidade correta, no pé certo do seu companheiro.

Por que você não pode vencer um clube mais rico? Eu nunca vi um saco de dinheiro fazer um gol. O que é velocidade?

A imprensa frequentemente confunde velocidade com perspicácia. Veja, se eu começo a correr um pouco antes que outra pessoa, eu pareço mais rápido.

Quando você joga uma partida, é estatísticamente comprovado que os jogadores ficam com a bola, em média, três minutos. O mais importante é o que você faz durante os outros 87 minutos em que não tem a bola. Isso que determina se você é bom jogador ou não.

É melhor perder com as suas ideias do que com as ideias de outra pessoa.

Para jogar bem, você precisa de bons jogadores, mas um bom jogador quase sempre tem o problema de ser pouco eficiente. Ele sempre tenta fazer lance mais bonitos do que o necessário.

O que você tem que saber sobre Inzaghi é que ele realmente não sabe jogar futebol. É só que ele está sempre no lugar certo.

Eu decidi virar treinador apenas quando me disseram que eu não conseguiria.

Você joga futebol com a sua cabeça. Suas pernas estão lá apenas para ajudá-lo.

O mais difícil em uma partida fácil é fazer o adversário fraco jogar um futebol ruim.

Os jogadores de hoje dia só sabem chutar com o peito do pé. Eu conseguia chutar com a parte de dentro, com o peito do pé, com o lado externo, com os dois pés. Em outras palavras, eu era seis vezes melhor que os jogadores de hoje em dia.

Antes de eu cometer um erro, eu simplesmente não cometo esse erro.

Sobre Messi, em 2011: Ele merece nota dez pelo que vem fazendo. É uma sensação, mas ainda pode melhorar. Precisa saber quando mover a bola rapidamente e quando tentar a missão impossível. Quando aprender a fazer isso, não vai ganhar uma Bola de Ouro, mas uma coleção inteira.

Eu sou um ex-jogador, ex-diretor, ex-técnico, ex-empresário, ex-presidente honorário. Uma lista boa que, mais uma vez, mostra que tudo chega ao fim.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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