É importante ter em vista como o futebol feminino marca capítulos históricos aos clubes que o abraçam. Agremiações tradicionais como a Ferroviária, por exemplo, experimentam o ápice de sua grandeza. E o gênero do time não faz diferença, se é a camisa grená que está sendo honrada dentro de campo. Prova disso é a idolatria recebida pela goleira Luciana. Para muitos fanáticos da Ferrinha, a heroína do título do Brasileirão se aproxima ao posto de maior atleta da história afeana.

Aos 32 anos, Luciana defende a meta da Ferroviária desde 2013. Chegou a passar pelo Rio Preto, mas voltou para se consagrar como uma das grandes figuras nos últimos anos. Titular da seleção na Copa do Mundo de 2015, ela chegou a cogitar a aposentadoria diante das críticas recebidas durante a campanha. Deu a volta por cima com a Ferrinha. E, de tão venerada, Lu virou não apenas bandeirão nas arquibancadas. Um torcedor fanático grená tatuou a imagem da arqueira no próprio corpo, com a taça do Brasileiro nas mãos. Uma história bacana contada pelo canal oficial do clube: