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Cidade: Turim (Piemonte)
Estádio: Olímpico Grande Torino (28.177 lugares)
Fundação: 1906
Apelidos: Toro, Granata
Principal rival: Juventus
Participações na Serie A: 77
Títulos: 7
Na última temporada: 16ª posição

Objetivo: meio da tabela
Brasileiros no elenco: Lyanco e Bremer
Técnico: Marco Giampaolo (1ª temporada)
Destaque: Andrea Belotti
Fique de olho: Michel Adopo

Principais chegadas: Ricardo Rodríguez (le, PSV), Karol Linetty (m, Sampdoria) e Mërgim Vojvoda (ld, Standard Liège)

Principais saídas: Lorenzo De Silvestri (ld, Bologna) e Ola Aina (ld, Fulham)

Time-base (4-3-1-2): Sirigu; Vojvoda (Ansaldi), Nkoulou (Izzo), Bremer, Rodríguez; Meïté (Baselli), Rincón, Linetty; Verdi; Belotti, Zaza.

Depois de uma temporada tão decepcionante, o Torino fez o óbvio: mudou. Os anos de jogo reativo e 3-5-2 ficaram para trás e, agora, os grenás apostam no propositivo 4-3-1-2 de Giampaolo – que também busca recuperar prestígio após meses muito negativos no comando do Milan. Para acelerar o processo de adaptação do time, o treinador buscou jogadores com os quais trabalhou anteriormente: Rodríguez, no rossonero, e Linetty e Murru, na Sampdoria.

As principais movimentações do Toro foram nas laterais – saíram dois jogadores do setor e três foram contratados –, mas a contratação mais expressiva foi a do meia central Linetty. Ex-pilar da Samp, ele será o grande responsável por fazer a bola circular no centro do campo para chegar com qualidade a Verdi ou, em última instância, para a finalização de Zaza ou Belotti.

Com média aproximada de um gol a cada dois jogos, o capitão do Torino precisa de apenas oito tentos para alcançar os 100 com a camisa grená, mas tem potencial de colocar a bola na casinha muito mais vezes em 2020/21. Basta lembrar que foi sob o comando de Giampaolo que Quagliarella se tornou um matador. Com um verdadeiro 9 em suas mãos, o treinador poderá colher frutos ainda mais saborosos.

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