Guia da Série A 2020/21 – Juventus

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Cidade: Turim (Piemonte)
Estádio: Allianz Stadium (41.507 lugares)
Fundação: 1897
Apelidos: Bianconeri, Zebras e Velha Senhora
Principais rivais: Torino e Inter
Participações na Serie A: 88
Títulos: 36
Na última temporada: campeã

Objetivo: título
Brasileiros no elenco: Alex Sandro, Danilo, Arthur e Douglas Costa
Técnico: Andrea Pirlo (1ª temporada)
Destaque: Cristiano Ronaldo
Fique de olho: Manolo Portanova

Principais chegadas: Dejan Kulusevski (mat, Parma), Arthur (m, Barcelona) e Weston McKennie (m, Schalke 04)

Principais saídas: Miralem Pjanic (m, Barcelona), Blaise Matuidi (m, Inter Miami) e Gonzalo Higuaín (a, Inter Miami)

Time-base (4-3-3): Szczesny; Cuadrado, De Ligt, Bonucci (Chiellini), Alex Sandro; Bentancur, Arthur, Rabiot; Kulusevski, Dybala, Ronaldo.

Quem imaginava que a Juventus entraria em 2020/21 como uma incógnita? Sem dúvidas, pela qualidade de seus craques e extensão do seu plantel, a Velha Senhora é favorita ao scudetto mais uma vez, embora ninguém saiba direito como ela irá jogar. O que se sabe é que Pirlo, estreante na função de técnico, irá manter o 4-3-3 de Sarri e privilegiará um jogo de posse de bola.

Seu antecessor chegou com as mesmas promessas e, apesar do título italiano, representou um verdadeiro tiro n’água da diretoria. Só que, diferentemente do que ocorria com o napolitano, o ex-craque conta com o apoio dos senadores do elenco e o respeito de todos em Turim.

Nesta janela pandêmica, a Juventus se esforçou para cortar gastos, ao se livrar de Matuidi, Higuaín e seus altos salários – a opção por Pirlo, que ganha quatro vezes menos do que Douglas Costa, também tem o pano de fundo econômico.

Comedida, a equipe de Turim se mexeu pouco no mercado e teve como principais reforços dois nomes acertados na última temporada: Kulusevski, revelação da Serie A 2019-20, e Arthur, envolvido no negócio que levou Pjanic a Barcelona.

O brasileiro era estimado por Sarri, que pretendia utilizá-lo “à Jorginho”, mas deve receber tratamento similar por Pirlo. O sucesso do volante determinará se a Juve jogará um bom futebol ou se, mais uma vez, Dybala e Ronaldo precisarão decidir quase todas as partidas. Não que isso seja um problema para os craques, evidentemente.

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