FrançaLigue 1

As aventuras de Serge, a lhama boêmia, ainda não terminaram

A vida atribulada da lhama Serge ainda não acabou. Depois de ser roubada de um circo em Bordeaux por cinco jovens bêbados que queriam simular um roteiro de Se Beber, Não Case, o animal foi o convidado de honra do Bordeaux na partida do Campeonato Francês contra o Nantes, neste domingo.

Você não sabe quem é a lhama Serge? Bom, nas primeiras horas da última quinta-feira, os rapazes saíram da balada e passaram por um circo para brincar com os animais. Um deles, de identidade desconhecida, disse “por que não roubamos uma zebra?”, e os outros acharam a ideia genial, mas o bicho listrado mostrou-se relutante. O jeito foi levar um lhama. O estranho grupo de cinco pessoas e um mamífero ruminante passeou pelas ruas de Bordeaux, andou de bonde e as fotos da aventura fizeram sucesso nas redes sociais. Os meninos foram presos, naturalmente. A lhama Serge ficou famosa.

Tão famosa que recebeu tratamento de heroína de guerra pelo Bordeaux, que a levou para o estádio Chaban Delmas. Ela estava acompanhada do seu dono John Beautour e do presidente do clube Jean-Louis Triaud. Os torcedores aproveitaram a presença ilustre para destilar bom humor com uma faixa “Não temos canários (mascote do Nantes), mas temos uma lhama”. Houve até, acreditem, um sorteio valendo a oportunidade ímpar de tirar uma foto com Serge, que certamente será emoldurada e pendurada em um lugar de destaque na sala de estar.

Provavelmente, Serge não será convidada novamente para assistir aos jogos do Bordeaux porque se mostrou uma bela de uma pata fria. O Nantes venceu por 3 a 0 e a equipe dos girondinos segue no meio da tabela.

A lhama Serge teve uma noite de muitas emoções na última quinta-feira
A lhama Serge teve uma noite de muitas emoções na última quinta-feira

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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