Champions League

Hino da Champions League vira sucesso no Spotify em dia de jogo, inclusive no Brasil

O hino de Champions League se tornou uma música facilmente identificável para quem gosta de futebol. Com a popularização do torneio no mundo, e, claro, no Brasil, com exibição de jogos até na TV aberta, é inevitável que a música não chame a atenção. O que é curioso é que o Spotify, serviço de streaming de música, levantou dados que o aumento das reproduções do hino da Champions aumenta significativamente no Brasil em dias de jogos, a ponto do país estar no top 10 entre os que mais ouviram o hino na primeira rodada da competição.

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O hino da Champions foi composto em 1992 por Tony Britten. É uma adaptação de “Zadok The Priest”, um dos quatro hinos de coroação do Reino Unido. A música é tocada pela Orquestra Filarmônica Real de Londres com e cantada pelo coro da Academia de St Martin in the Fields. É cantado nos três idiomas oficiais da Uefa: inglês, francês e alemão. Fez parte da reformulação da antiga Copa dos Campeões da Europa, que passou a ser Champions League na temporada 1992/93. Foi em agosto de 1992 que o hino foi executado pela primeira vez nas transmissões de TV e se tornaria um clássico, como podemos ver 25 anos depois.

A Champions League começou no dia 12 de setembro, mas já no dia 11 o número de execuções do hino do torneio aumentou muito. Nos dias 11 e 12, o crescimento foi de 152,7%. Quem ainda não tinha se ligado que a Champions League voltaria já sabia disso na quarta-feira. Talvez por isso, o número de execuções do hino explodiu na quarta-feira, dia 13: 325,7%. Uma loucura. Das pessoas que ouvem o hino da Champions no Spotify, 91,6% são homens, sendo que 36,9% têm entre 18 e 22 anos (mais impressionáveis?) e 26,9% têm entre 23 e 27 anos.

Curiosamente, o país que mais executou o hino da Champions no Spotify nesta primeira rodada da competição foi o México, seguido pelos Estados Unidos. Só então aparece um país da Europa: o Reino Unido, em terceiro. Na ordem de execuções, continuam Alemanha (4º), Holanda (5º), França (6º), Turquia (7º) e aí sim o Brasil (8º). Completam o top 10 Noruega e Suécia.

O fato de México e Estados Unidos serem líderes em execuções do hino e o Brasil estar no top 10 é um pequeno indício da força desta competição em toda América, seja do norte, seja do Sul. No top 20, ainda aparecem Argentina (13º), Chile (14º), Canadá (16º) e Colômbia (17).

Não foi a primeira vez que aconteceu. Nos dias 2 e 3 de junho, o hino da Champions teve um crescimento do número de execuções de 206,9%. A final foi disputada no dia 3 de junho, um sábado, quando o Real Madrid venceu a Juventus em Cardiff, Gales.

Naquela ocasião, México e Estados Unidos também foram os países com mais execuções do hino no Spotify, com a Espanha em terceiro e o Brasil em quarto. Sim, em quarto. Entre os países europeus, só a Espanha, país do finalista Real Madrid, ficou na frente.

Completam o top 10 de junho, pela ordem, Alemanha, Reino Unido, Itália, França, Noruega e Argentina. Sim, Argentina entra no top 10. Alguém duvida da força da Champions na América?

Se você também quer ouvir o hino, eis aqui:

Confira o ranking dos 20 países que mais ouviram o Hino da Champions League na primeira rodada da edição 2017/2018:

  1. México
  2. Estados Unidos
  3. Reino Unido
  4. Alemanha
  5. Holanda
  6. Francia
  7. Turquia
  8. Brasil
  9. Noruega
  10. Suécia
  11. Espanha
  12. Italia
  13. Argentina
  14. Chile
  15. Indonésia
  16. Canadá
  17. Colômbia
  18. Dinamarca
  19. China
  20. Australia

Veja também quem mais ouviu o hino no dia da final, em Junho:

  1. México
  2. Estados Unidos
  3. Espanha
  4. Brasil
  5. Alemanha
  6. Reino Unido
  7. Itália
  8. França
  9. Noruega
  10. Argentina
  11. Suécia
  12. Colômbia
  13. Holanda
  14. Chile
  15. Peru
  16. Costa Rica
  17. Indonésia
  18. Turquia
  19. Dinamarca
  20. Canadá

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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