Certo, Johan Cruyff sempre foi e sempre será o símbolo maior da seleção holandesa que impressionou o mundo na Copa de 1974. Entretanto, também é verdade que Cruyff viveu uma relação de amor e ódio com seu país natal, enquanto viveu: cada passo dele era visto sob uma lupa, cada opinião sua era aplaudida por afetos e achincalhada por desafetos. E JC fazia questão de deixar claro: não estava ali para agradar a Holanda só por ser holandês. Tanto que fez de Barcelona sua morada definitiva.

Caso diferente de outro destaque da Laranja de 1974. Um meio-campista extremamente técnico (naquela equipe, talvez só Cruyff o superasse). Que tinha seus períodos de temperamento forte, é verdade. Mas que sempre pareceu mais acessível do que o grande símbolo daquela seleção. Sempre teve um vínculo mais forte com a Holanda. E que nesta quarta-feira, pode testemunhar as homenagens pelo seu aniversário de 75 anos: Willem van Hanegem.

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