Por que Douglas Costa é o brasileiro que mais teve o que comemorar na temporada

Meio-campista conquistou torcida do Bayern e a opinião pública com a mesma velocidade com que passa por seus adversários dentro de campo

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Velocidade foi a palavra-chave da temporada de estreia de Douglas Costa no Bayern de Munique. O atleta teve muito o que comemorar em 2015/16, passando de mero desconhecido para o público europeu a um dos queridinhos não só da torcida dos bávaros, como de vários outros fãs do futebol do Velho Continente. A explosão física para arrancar com a bola é uma marca registrada do jogo do brasileiro, e a falta de hesitação para mostrar seu talento fez o meio-campista tomar para si o coração dos torcedores do Bayern e a admiração de fãs e colegas jogadores com a mesma velocidade com que passa por seus adversários no campo.

Douglas Costa passou cinco anos relativamente fora do radar, defendendo o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. Após enfrentar o brasileiro na Champions League de 2014/15, Guardiola reconheceu no jogador um talento que seria útil à sua equipe e, com as lesões de Robben e Ribéry, apostou em sua contratação. O meio-campista foi recebido sob olhares de desconfiança de quem não o conhecia, mas seu cartão de visitas não poderia ter sido melhor.

Logo ao fim da primeira rodada da Bundesliga, a torcida bávara já o tinha como um de seus favoritos. Após uma ótima pré-temporada, em que mostrou futebol suficiente para conseguir o posto de titular, saiu de seu primeiro jogo na Bundesliga, um 5 a 0 sobre o Hamburgo, com um gol e uma assistência na conta. Deu sequência ao início fulminante com assistências em todas as sete primeiras rodadas do Campeonato Alemão, acumulando dez ao fim do sétimo jogo.

Douglas Costa deu 18 assistências na primeira temporada pelo Bayern (AP Photo/Kerstin Joensson)

Douglas Costa deu 18 assistências na primeira temporada pelo Bayern (AP Photo/Kerstin Joensson)

Apesar dos ótimos números de passes para gols de seus companheiros, o que mais chamou a atenção em sua primeira metade de temporada foi mesmo seu estilo de jogo: incisivo, dinâmico, para frente, com um enorme leque de dribles à sua disposição. Foi para muitos, naqueles primeiros seis meses, um dos donos do futebol mais divertido de se ver na Europa. O início de vida impressionante em Munique não passou despercebido por seus colegas de futebol alemão. Durante a pausa de inverno na Bundesliga, Douglas Costa foi eleito pelos próprios jogadores o melhor atleta da temporada alemã até ali.

Sua presença na Seleção, questionada por alguns torcedores enquanto ainda defendia o Shakhtar Donetsk, foi completamente justificada por suas atuações pelo Bayern de Munique, e o brasileiro, que antes pouco o conhecia, passou a defender e exaltar suas convocações com a mesma velocidade com que os torcedores bávaros aprovaram sua contratação. Em um time ainda em construção nas mãos de Dunga e cheio de defeitos a consertar, virou para os torcedores um dos poucos merecedores de elogios.

A atitude destemida de Douglas Costa com a bola foi um de seus trunfos na temporada de estreia na Alemanha. Graças às ótimas atuações nos primeiros jogos pelo Bayern, ganhou a confiança necessária para que seguisse arriscando – e acertando -, em um processo que se retroalimentava de forma muito positiva. Entretanto, seu estilo de jogo em si já era condição suficiente para que o brasileiro chegasse a qualquer equipe e tivesse sucesso.

Em um tempo em que uma das marcas do futebol mundial é a velocidade, a dinâmica, a transição entre fases defensiva e ofensiva com velocidade, alguém com sua explosão física, habilidade e fome de gols está fadado a ter sucesso. Suas subidas rápidas pelas pontas, sua velocidade de raciocínio para decidir o que fazer com a bola e resolver lances dinâmicos foram um diferencial para o Bayern em 2015/16. E, para o seu estilo de jogo, a chuteira eleita por Douglas Costa para mostrar como é que se faz não poderia ser mais apropriada: a Nova Nike Mercurial, desenhada especificamente para alcançar o maior potencial de velocidade dos atletas.

Às vésperas de garantir ao Bayern de Munique, de forma antecipada, o inédito tetracampeonato seguido da Bundesliga, Pep Guardiola ressaltou a importância de Douglas Costa para o sucesso da equipe naquela temporada.

Douglas Costa foi uma grande contratação. Só chegamos aonde estamos por causa dele. É um jogador muito importante para o elenco, e estou muito feliz pelos resultados dele. Por isso é um atleta importante também na seleção brasileira. Pep Guardiola

Com a confiança em alta, o medo de arriscar quase nulo, a experiência acumulada da primeira temporada e o coração na ponta de sua Mercurial, Douglas Costa tem condições plenas de fazer uma Copa América Centenário de destaque e, sobretudo, de chegar voando para a nova campanha bávara, sob o comando de Carlo Ancelotti.

Quando se fala no brasileiro que fez a melhor temporada na Europa, provavelmente o primeiro que vem à mente é Neymar, com seu futebol mágico pelo Barcelona ao lado de Suárez e Messi. Entretanto, em termos de comparação entre expectativa e o que foi entregue, nenhum teve mais o que celebrar do que Douglas Costa. Não só foi capaz de constantes lances de magia como o camisa 11 do Barça como também superou – e muito – o que dele se esperava no momento de sua contratação pelo Bayern.

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Foto 1 de 5  -  Nova Mercurial, da Nike, é perfeita para quem tem a velocidade como característica de seu jogo (Divulgação)
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