Pelo segundo ano seguido, Mohamed Salah conquistou o prêmio de melhor jogador concedido pela Confederação Africana de Futebol. O atacante do Liverpool, com 44 gols na temporada 2017/18, e 16 em 29 partidas na primeira metade da atual, ficou à frente do companheiro de equipe, Sadio Mané, e de Pierre-Emerick Aubameyang, do Arsenal. O pódio de 2018 foi exatamente o mesmo do ano anterior.

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Salah teve um ano de altos e baixos. Começou-o enfileirando gols pelo Liverpool, até chegar à final da Champions League, quando se machucou no começo da partida contra o Real Madrid e virou dúvida para a Copa do Mundo. Conseguiu defender o Egito na Rússia, mas, ainda fora de forma, não conseguiu impedir a campanha pífia dos Faraós. De volta a Anfield, começou devagar a nova temporada, mas, em posição diferente, mais centralizado, voltou a acelerar.

Sadio Mané surpreende em segundo lugar porque teve temporadas melhores e também não fez uma brilhante Copa do Mundo. Pesaram a seu favor atuações em momentos decisivos do Liverpool e, principalmente, os mata-matas da Champions League, quando ele fez sete gols em sete partidas. O período que coloca Aubameyang em terceiro lugar corresponde ao que fez pelo Arsenal. São 26 gols em 40 partidas.

O marroquino Achraf Hakimi, lateral direito do Real Madrid emprestado ao Borussia Dortmund, ganhou o prêmio de melhor jovem africano. Hervé Renard, técnico de Marrocos, foi eleito o melhor treinador. Entre as mulheres, a sul-africana Thembi Kgatlana, do Houston Dash, foi escolhida como a craque do ano, e Desiree Ellis, técnica da seleção sul-africana, a melhor treinadora.

A seleção africana de 2018 tem o goleiro Dennys Onyango, de Uganda e do Mamelodi Sundowns; Aurier (Costa do Marfim), Koulibaly (Senegal), Bailly (Costa do Marfim) e Benatia (Marrocos); Naby Keita (Guiné), Thomas Partey (Gana) e Mahrez (Argélia); Salah, Mané e Aubameyang.

Bom time?