Dominante, Manchester City foi ao Vélodrome e saiu com uma ótima vitória por 3 a 0

Parece que mais uma vez o Manchester City terá poucas dificuldades para avançar às oitavas de final da Champions League. Após vencer o Porto por 3 a 1, na primeira rodada, o time de Pep Guardiola derrotou outro potencial candidato a atrapalhá-lo, com uma atuação dominante que gerou o 3 a 0 sobre o Olympique Marseille, no Vélodrome.

O primeiro tempo teve um time atacando e outro time defendido. O Manchester City exerceu uma pressão absurda nos primeiros 15 minutos, sem permitir que o Olympique Marseille passasse do meio-campo, e ganhou alguns escanteios, embora tenha ameaçado o goleiro Steven Mandanda apenas com uma cabeçada e um chute de Foden não muito perigoso. Era, porém, uma questão de tempo. Aos 18, Valentin Rongier errou na saída de bola, De Bruyne recolheu pela direita e emendou direto para Ferrán Torres, na cara do gol: 1 a 0.

O Marseille, enfim, subiu um pouco as suas linhas, mas não chegou a tomar o controle da partida. Zinchenko bateu cruzado, com muito perigo, antes de Radonjic incomodar o sono profundo de Ederson com um chute de fora da área, sem problemas para o goleiro brasileiro. Com 69% de posse de bola, o City conseguiu limitar os franceses a apenas aquele chute de Radonjic antes do intervalo, mas, para tanto domínio, não criou tantas chances assim.

O Marseille teve bons dez minutos no começo do segundo tempo e chegou a assustar com uma bomba de fora da área de Thauvin – que iria na trave, mas Ederson colocou o braço no meio do caminho. O City respondeu com um lindo passe de De Bruyne para lançar Sterling dentro da área, mas o chute foi bloqueado. Ali, pela direita, era o mapa da mina. Outras duas combinações entre eles geraram um cartão amarelo para Jordan Amavi e um passe para a entrada da área que Gündogan mandou nas mãos de Mandanda.

Mas, pelo outro lado, Foden escapou e fez o cruzamento à segunda trave. Sterling ajeitou de cabeça e sobrou para Gündogan marcar o segundo. Aos 36 minutos do segundo tempo, voltamos à direita, onde De Bruyne começou a jogada no meio campo, deixou com Mahrez, fez a ultrapassagem como se fosse um ponta de 18 anos – e não um meia de 29 – e cruzou para Sterling, na boca do gol, matar o jogo.