Tem livro novo na praça e que vale a pena ser lido. “1968: o Campeonato Paulista que não terminou” é escrito por Alexandre Giesbrecht, autor também de “São Paulo, campeão brasileiro de 1977” e “São Paulo, campeão da Libertadores de 1992”, dois livros que tratam de títulos do São Paulo. O Campeonato Paulista de 1968 tem uma história confusa e Alexandre faz livros com muitos dados históricos para revisitar e contar a história, sem achismo, sem clubismo, sem revisionismo.

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Como o livro é feito de maneira independente, você precisa fazer o pedido direto com ele. Para comprar só esse livro, o preço é de R$ 35, mas há outros pacotes. Você pode comprar o livro e um dos dois livros de Alexandre. Se você comprar junto com o livro  “São Paulo, campeão brasileiro de 1977”, paga R$ 70; se comprar junto com “São Paulo, campeão da Libertadores de 1992”, paga R$ 80; e se quiser levar os dois livros junto com o livro atual sobre o Campeonato Paulista, paga R$ 115. Tudo isso lá no Kickante. Leia um pouco mais sobre o livro abaixo:

As 62 páginas deste livro contam em detalhes as polêmicas do Campeonato Paulista de 1968: os jogos atrasados que o Palmeiras teve de disputar após a última rodada (e o motivo de eles terem sido adiados), a interrupção do jogo entre Comercial e Portuguesa, a suposta marmelada que o Palmeiras teria feito com o Guarani e a escalação irregular de um jogador da Portuguesa, que levou a briga contra o rebaixamento para o Tapetão. As consequências desse campeonato impactaram o futebol paulista pelos dez anos seguintes, com a criação do “Paulistinha”, uma fase preliminar do Estadual, e a eliminação do rebaixamento.

O prefácio do livro é assinado pelo jornalista Mauro Beting: “Não é fácil entender tantas jogadas de bastidores. Mas é dever, em vez de papagaiar fatos e feitos e supostas falcatruas, ao menos estudar e tentar compreender os incompreensíveis dados. Tem vez que é preciso subir na mureta para não erguer a bandeira da leviandade. Ou do time adversário. Algo que o coração tricolor do Alexandre não se deixa levar. Muito menos deixa os levianos penderem só para o vento que lhes interessa. Este é um livro onde aprendi muita coisa que eu não sabia. E outras de que já desconfiava: tem muita gente que viveu e não quer nem saber.”