“A fé de Bergoglio, a velocidade de Fangio. Toca como Piazzola. Encesta como Ginobli. Faz o coração latir como Favaloro. Na área, é Gardel. Arremata como Sabatini. E, se tem dois metros, deixa-o sem palavras como Borges. Voa com a bola nos pés como um Pagani Zonda. E, se o encara, ele o deixa pintado como Quinquela. São dez argentinos em um. E tem gente que pensa que é de outro planeta? Pode ser. De um planeta de gênios chamado Argentina.”

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A Federação Argentina de Futebol não teve comedimento algum para promover o retorno de Lionel Messi à seleção argentina, quase um ano depois da sua última partida, pela Copa do Mundo da Rússia, com uma propaganda em que recita as qualidades do jogador evocando grandes nomes da história da Argentina, no esporte e fora dele. Depois de um período sabático, o craque do Barcelona foi convocado para amistoso contra a Venezuela, nesta sexta-feira, e Marrocos, na próxima terça. 

Bergoglio é Jorge Mario Bergoglio, conhecido em alguns círculos como Papa Francisco. Fangio é Juan Manuel Fangio, pentacampeão mundial de Fórmula 1. Ginobli é Manu, campeão olímpico e tetracampeão da NBA. René Favaloro foi um famoso cirurgião cardíaco. Carlos Gardel foi um famoso cantor de tango. Piazzola compôs muitos tangos. Sabatini é Gabriela Sabatini, campeã do US Open de tênis em 1990. Borges é o escritor Jorge Luis Borges. O Pagani Zonda é um carro fabricado pela empresa fundada por Horacio Pagani. Quinquela foi um pintor. 

E Messi…bom, Messi vocês conhecem.