A principal crítica ao trabalho de Lucien Favre no Borussia Dortmund é à maneira como a defesa vacila nos minutos finais e concede gols que custam pontos importantes. Suas últimas três rodadas da Bundesliga haviam terminado em 2 a 2 e em todas o Dortmund estava à frente e em duas delas levou o empate depois dos 40 minutos do segundo tempo. Essa resistência foi colocada à prova, neste sábado, contra o líder Borussia Monchengladbach, e a retaguarda amarela e preta, enfim, passou pelo teste e segurou a importante vitória por 1 a 0.

Os dois times tiveram chances para mexer no placar no primeiro tempo. Marco Reus deixou Brandt bem colocado para o chute cruzado, defendido por Yann Sommer. No outro lado, foi Bürki quem teve que trabalhar em uma finalização à queima-roupa na segunda trave. A cabeçada de Hummels fez o goleiro suíço trabalhar bem novamente antes do intervalo

Aos 13 minutos do segundo tempo, Thorgan Hazard achou Reus entre a linha defensiva do Gladbach e bastou ao capitão do Dortmund colocar a bola entre as pernas de Sommer para fazer o único gol da partida. O Gladbach pressionou com força nos minutos finais, cavando uma série de escanteios, e Hermann não marcou apenas porque estava pressionado por Hummels na hora de finalizar. E Florian Neuhaus não deixou o seu porque Marwin Hitz, substituto de Bürki que saiu machucado, conseguiu colocar o pé para evitar o seu chute a poucos metros de distância.

O Dortmund teve suas oportunidades no contra-ataque para matar o jogo. Sommer fez uma defesa dupla em uma delas e a arbitragem anulou o que seria o gol de Brandt, mas a arbitragem considerou que Marco Reus, em posição de impedimento, bloqueou a visão do goleiro.

O Dormtund subiu a 15 pontos, empatado com Bayern de Munique, terceiro, e RB Leipzig, quinto, a apenas um ponto dos líderes Wolfsburg e Gladbach. No domingo, o Schalke 04 pode assumir a ponta isoladamente se vencer o Hoffenheim.

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