Dentro e fora de campo, 20 histórias para prestar atenção na Liga Europa 2020/21

A Liga Europa não é o torneio mais importante da Europa, mas permanece como o mais diverso. O entretenimento na competição não se limita a ver necessariamente os principais craques ou a consagração dos maiores esquadrões. Ela está nas boas histórias: nos clubes que reaparecem além das fronteiras, nas torcidas que vivem um momento inesquecível, no mapa expandido além dos países ocidentais. Pode-se até dizer que a imprevisibilidade dos campeões anda prejudicada, entre o domínio da Espanha e a afirmação da Inglaterra. De qualquer forma, a Liga Europa vai muito além de sua final. Da Premier League ao Campeonato Azeri, há um banquete de futebol, mesmo que exista questões a se melhorar na competitividade.

E o mais bacana a quem assiste é que, em tempos nos quais os serviços de streaming ampliam sua fatia nos direitos de transmissão pelo Brasil e há uma ampla divisão dos torneios, a Liga Europa ainda oferece a certeza de ver os melhores jogos na televisão. O Fox Sports permanece como detentor das partidas e oferece quatro duelos por tarde em seus canais. Só que agora a dose dobra, com a participação também da ESPN depois da fusão. A quem gosta de futebol, independentemente das camisas, as quinta-feiras sempre garantem uma boa diversão.

Aproveitando o início da fase de grupos, fazemos uma nova edição do nosso tradicional guia do torneio, com os detalhes de dentro e de fora dos campos para você acompanhar. Confira os destaques:

– A última edição no atual formato

As copas europeias sofrerão mudanças profundas em breve. Mas, antes que a Superliga saia do papel, a próxima temporada é de novidade com a Conference League, o novo torneio da Uefa. O formato da Liga Europa mudará um pouco, com 32 clubes na fase de grupos e a entrada dos repescados da Champions nos mata-matas. Há promessa de maior nível técnico, com a redução no total de equipes, e maior visibilidade às partidas, além da repescagem dos terceiros colocados nos grupos também à Conference. A ver como será o impacto no interesse dos participantes.

Gareth Bale é apresentado pelo Tottenham (Tottenham/divulgação)

– O que resta ao Norte de Londres

Arsenal e Tottenham aparecem entre as camisas mais pesadas nesta fase de grupos da Liga Europa. Se a fase na Premier League não anda tão boa, o torneio continental serve de alternativa. Os Gunners aparecem por lá faz algum tempo e registraram algumas boas campanhas recentes, embora aproveitem mais o certame para rodar seu elenco e apresentar seus garotos. É, de qualquer forma, um título que ajudaria a aliviar a pressão que existe no Emirates e impulsionaria o início de trabalho de Mikel Arteta. Já o Tottenham possui duas taças da antiga Copa da Uefa em seu histórico e, depois de emendar presenças na Champions durante os últimos anos, retorna ao segundo escalão com José Mourinho. Também representa uma chance de taça aos Spurs, que a atual geração merece. Individualmente, talvez seja o melhor time neste início de campanha.

Jamie Vardy, do Leicester (Imago/Onefootball)

– A sensação Leicester volta à Uefa

O Leicester namorou com a Champions League durante boa parte da última Premier League, mas perdeu fôlego no final e terá que se contentar com a Liga Europa. Ainda assim, será uma boa chance para as Raposas fazerem bonito, após pintarem nas quartas de final da Champions em 2016/17. A equipe de Brendan Rodgers possui diversos talentos, embora a maratona de jogos vá exigir mais do preparo físico de seus comandados. Contudo, considerando o cenário aberto no torneio continental, há mesmo uma perspectiva de título – como bem mostrou o Wolverhampton na edição passada, indo longe. Será interessante acompanhar Jamie Vardy devastando defesas também na Europa.

Ibra comemora o segundo gol contra o Bologna (MIGUEL MEDINA/AFP via Getty Images/One Football)

– Muito peso à Itália

Por tradição, a Itália é o país melhor representado nesta Liga Europa. A começar pelo Milan, que vive um momento especial e pode aproveitar o torneio até mesmo como um atalho à Champions se necessário. A campanha nas preliminares foi dura, mas os rossoneri confiam na letalidade de Zlatan Ibrahimovic e também no bom conjunto de garotos que ganhará tarimba além das fronteiras. Por aquilo que tem apresentado neste início de Serie A, o Napoli não fica tão atrás. Os celestes tinham se acostumado com a Champions, mas voltam à Liga Europa em um momento de força, no qual a equipe de Gennaro Gattuso se encaixa. O elenco é um pouco mais curto, mas o certame pode oferecer até mesmo um resgate histórico aos campeões de 1988/89. Já a Roma é quem parece um pouco mais atrás, com as oscilações sob as ordens de Paulo Fonseca. Os giallorossi poderiam valorizar mais o torneio, o que não ocorreu nos últimos anos, com desempenhos mornos.

David Silva, em sua chegada à Real Sociedad (Foto: Divulgação)

– A Espanha que faz bonito

Os clubes de La Liga geralmente são bastante competitivos na Liga Europa – basta ver o Sevilla, afinal. E se o começo na Champions não foi lá muito positivo, os espanhóis parecem em melhores condições de brilhar no torneio secundário. O Villarreal começou bem no Espanhol, despontando no topo da tabela, e possui um elenco com mais recursos. Além disso, Unai Emery sabe os caminhos no torneio continental. A Real Sociedad volta à competição com uma equipe cheia de energia e qualidade ofensiva. David Silva pode ser um diferencial por sua experiência. Além disso, vale prestar atenção na estreia do Granada, que mantém sua consistência em relação à temporada passada e possui um time muito eficaz, que pode se dar bem em mata-matas – como aconteceu na Copa do Rei passada. São todos candidatos a ir longe na Liga Europa.

O Hoffenheim celebra um dos quatro gols sobre o Bayern (DANIEL ROLAND/AFP via Getty Images/One Football)

– Uma Alemanha que precisa corresponder

A Alemanha costuma ser bem representada na Champions, com o Bayern lutando pela taça e os demais representantes do país geralmente pintando nos mata-matas. Entretanto, faltam campanhas mais regulares dos representantes da Bundesliga na Liga Europa. O Eintracht Frankfurt da temporada retrasada foi um ponto fora da curva, único semifinalista do país desde 2010/11. Quem pode mudar essa história são Bayer Leverkusen e Hoffenheim. Os Aspirinas brigaram pela Champions até o final do campeonato e, apesar do mercado que tirou destaques, sempre é um time que promete. Uma tendência à equipe de Peter Bosz é crescer sempre no segundo turno, algo bem-vindo aos mata-matas, como ocorreu na última Copa da Alemanha. O Hoffe, por outro lado, inicia um trabalho com Sebastian Hoeness e possui um elenco menos recheado. Todavia, a vitória sobre o Bayern foi um ótimo exemplo sobre como os alviazuis podem se portar nos jogos grandes, com uma equipe bem encaixada.

Jonathan David, reforço do Lille (Divulgação/Lille)

– Dose de juventude na França

A França é outro país que corresponde menos que poderia na Liga Europa, mas terá dois times que realizam bons trabalhos, em especial no lançamento de jovens, e podem aprontar. O Lille caiu em uma chave bastante difícil (contra Milan, Celtic e Sparta Praga), mas vem de uma temporada de destaque e carrega a experiência da Champions passada. Os reflexos disso na Ligue 1 são excelentes, com a liderança da competição até o momento. Entre os seus destaques, está o ponta Luiz Araújo, bem nestas últimas semanas. O Nice desfruta do comando de Patrick Vieira e inicia o Francesão no pelotão inicial. O cobertor é um pouco mais curto para o torneio continental, mas a vitrine está exposta a alguns novatos do clube. Dentre os mais velhos, uma das lideranças é Dante, de começo positivo na Ligue 1.

– A Old Firm paralela

Pela terceira edição consecutiva, Celtic e Rangers aparecem juntos na Liga Europa. Enquanto os alviverdes não têm mais forças para a Champions, os alviazuis se consolidam na sua reconstrução. E o trabalho de Steven Gerrard parece cada vez mais apto a dar frutos. Os Teddy Bears já protagonizaram uma excelente campanha na edição passada, mantêm a base e lideram o Campeonato Escocês neste início, com direito à vitória no clássico do último sábado. Ianis Hagi, Alfredo Morelos e Ryan Kent são alguns jovens para observar. O Celtic oscila mais com Neil Lennon e terá pedreiras logo de cara, estreando contra o Milan. Quem aparece bem é Albian Ajeti, trazido do West Ham e ocupando a artilharia do time neste início de Escocês.

Waldschmidt e Cebolinha comemoram pelo Benfica (MIGUEL RIOPA/AFP via Getty Images/One Football)

 

– A ambição que resta ao Benfica

O Benfica trouxe Jorge Jesus e quebrou a banca no mercado de transferências, com diversas contratações interessantes. Havia até quem projetasse uma boa campanha dos encarnados na Champions League, mas o time sequer passou das preliminares. A Liga Europa não é o sonho dos benfiquistas, até por garantir menos dinheiro, embora as chances de uma boa campanha sejam bem mais palpáveis. Será a primeira vez de vários bons jogadores em uma competição europeia, com menção principal a Everton Cebolinha, que já causava estrago na Libertadores. O grupo relativamente tranquilo pode até ajudar, enquanto a equipe sobra no início do Campeonato Português. Já a experiência se concentra em Jan Vertonghen.

– O renascimento do futebol de Praga

Sparta Praga e Slavia Praga já foram potências europeias em meados do século passado. Isso anda difícil de se repetir. Todavia, os tchecos voltam a ganhar relevância através de seus dois principais clubes. O Sparta se acostumou a disputar a Liga Europa na última década, com alguns bons desempenhos no torneio, a exemplo da caminhada até as quartas de final em 2015/16. Será uma volta dos grenás à competição. O Slavia, de qualquer forma, é o melhor time do país no momento. Sobra na liga local e deu muito trabalho a gigantes na Champions passada. A queda nas preliminares desta Liga dos Campeões foi amarga, deixando o resultado escapar no fim contra o Midtjylland, mas dá para esperar um desempenho bem mais duradouro na Liga Europa. A base dos sucessos recentes está preservada, agora com a ascensão do atacante João Felipe, brasileiro que já estava no sub-19.

Mario Götze, do PSV (Olaf Kraak/Imago/OneFootball)

– Dose tripla a Países Baixos e Bélgica

Entre as ligas com mais clubes na Liga Europa, Holanda e Bélgica garantiram seus três representantes na fase de grupos, com sucesso nas preliminares – o que nem sempre costuma ser o padrão. O varal entorta nos Países Baixos com PSV e Feyenoord, dois clubes com perspectivas positivas, especialmente em Eindhoven. Mario Götze será uma atração à parte. Mesmo assim, o AZ foi melhor que ambos na última Eredivisie e pode se recuperar do mau início de temporada com base em sua juventude, sobretudo o talentoso Calvin Stengs. Na Bélgica, o sarrafo pode ser mais baixo, mas Gent, Standard de Liège e Royal Antuérpia já garantem pontos importantes ao ranking do país. O Antuérpia merece menção especial, pela primeira vez na fase de grupos. Fez um bom mercado e traz jogadores tarimbados internacionalmente, como Dieumerci Mbokani e Jordan Lukaku.

– As forças ascendentes nos Alpes

A Áustria é outro país que emplacou três representantes na Liga Europa. O Rapid Viena é o mais tradicional deles e consegue descolar uma boquinha no torneio continental com frequência. Wolfsberger e LASK Linz repetem a dose em relação à campanha passada. O LASK é o que possui maior potencial, por mais que o fim da última Bundesliga tenha sido traumático, com a punição que culminou em sua derrocada. A recuperação no torneio continental, de qualquer forma, já se expressou com a goleada para cima do Sporting antes de selar a classificação. E na vizinha Suíça quem também pode representar bem a região é o Young Boys. Os aurinegros viraram a nova força hegemônica de seu país e têm qualidade para almejar os mata-matas, o que não conseguiram na campanha passada, num grupo de nível mais alto do que o atual. A Roma será uma prova de força aos suíços.

– Estrela Vermelha, Dinamo Zagreb e o sucesso recente

A antiga Cortina de Ferro tem peso nesta Liga Europa. São 13 clubes do antigo bloco comunista. Forças locais como o Legia Varsóvia, o CSKA Moscou, o Ludogorets e o Cluj costumam dar trabalho. Mas o momento talvez penda a Estrela Vermelha e Dinamo Zagreb, ambos com boas aparições recentes na Champions. Os sérvios emendaram duas participações consecutivas no torneio continental e, a despeito dos grupos difíceis, fizeram boas apresentações contra alguns favoritos. Treinados por Dejan Stankovic, recuperam o prestígio. Já os croatas fazem um louvável trabalho nas categorias de base e também deixaram ótima impressão na Champions passada, a ponto de ganharem da Atalanta e empatarem duas vezes com o Shakhtar. Ambos não passaram pelas preliminares da Champions desta vez, mas nada que indique um declínio. A Croácia ainda terá um segundo time, através do Rijeka.

O PAOK comemora seu primeiro gol contra o Benfica – Foto: Imago / One Football

– Uma Grécia que pode ser competitiva

AEK Atenas e PAOK foram os responsáveis por quebrar a hegemonia do Olympiacos no Campeonato Grego durante os últimos anos. Os atenienses alcançaram a fase de grupos da Champions, enquanto os tessalonicenses ficaram próximos disso na atual temporada, mesmo com o vice. E a campanha nas preliminares atesta o potencial de ambos. O PAOK derrubou Besiktas e Benfica, vendendo caro a eliminação diante do Krasnodar. Já o AEK despachou o Wolfsburg da Liga Europa para alcançar a fase principal do torneio. Ambos não são favoritos em seus grupos, mas indicam a capacidade de causar surpresas.

Treino do Dundalk em Dublin – Foto: INPHO/Morgan Treacy/Imago/One Football

– A volta da Irlanda ao mapa

Volta e meia, a Liga Europa traz ao seu mapa países que não possuem tanta tradição nos torneios de clubes. Desta vez não houve chances a Luxemburgo, mas a Irlanda pôde retornar à competição. A surpresa poderia até ser maior, considerando que o Dundalk eliminou o KÍ, de Ilhas Faroe, na última etapa preliminar. De qualquer maneira, a criação de uma Rota dos Campeões no torneio secundário ajuda neste sentido. O Dundalk repete sua campanha de 2016/17, quando até conseguiu vencer o Maccabi Tel Aviv. Dá até para se dar melhor, na mesma chave de Arsenal, Rapid Viena e Molde. Antes dele, o Shamrock Rovers tinha inaugurado a história dos irlandeses na fase de grupos em 2011/12.

Fabiano, goleiro do Omonia – Foto: Imago/One Football

– Os estreantes Omonia e Sivasspor

Cinco clubes estreiam na fase de grupos da Liga Europa nesta temporada. Leicester, Granada e Royal Antuérpia foram citados acima, mas os outros dois novatos merecem atenção. O Sivasspor é um clube que já tinha sido vice-campeão turco, mas só pegou pedreiras quando entrou nas preliminares da Champions e depois da Liga Europa em 2009/10. Desta vez, alçado diretamente à fase de grupos, tem capacidade de almejar os mata-matas. Como de praxe na Süper Lig, o elenco é recheado de medalhões, entre eles os brasileiros Claudemir e Marcelo Goiano. Já o nome mais conhecido é Arouna Koné. O Omonia Nicósia também faz sua estreia na fase de grupos, mas com um cartel internacional bem mais longo. Os campeões cipriotas tiraram Legia Varsóvia e Estrela Vermelha da Champions, caindo apenas ante o Olympiacos. O destaque brasileiro é o goleiro Fabiano, ex-Porto e São Paulo, enquanto o ex-zagueiro Henning Berg comanda à beira do campo.

– Os reflexos da COVID-19 na organização

A COVID-19 permanece como um grande desafio à Uefa, especialmente num momento em que a segunda onda de contágio atinge diferentes países. E a Liga Europa tende a exigir mais da logística da entidade, já que envolve mais países na fase de grupos que a Champions. As preliminares só tiveram um caso de WO, logo na primeira etapa, mas a situação parece mais suscetível pelo momento da pandemia. O primeiro obstáculo surge nesta primeira rodada: o Campeonato Tcheco suspendeu suas atividades por causa do coronavírus, mas serão dois jogos de times locais em casa nesta quinta – com Sparta Praga e Slovan Liberec recebendo Lille e Gent, respectivamente. Uma pena que, no geral, se perca os espetáculos nas arquibancadas – tão tradicionais no torneio secundário, até por sua diversidade de países.

– Qarabag em meio à guerra

Outro foco de tensão na Liga Europa é a situação geopolítica. O Qarabag precisará atuar em campo neutro ao longo da fase de grupos, mas ainda não definiu a sede de seus jogos. Bandeira da região de Nagorno-Karabakh, o clube deixou Agdam e se refugiou em Baku a partir dos anos 1990, em consequência da guerra com a Armênia pela posse da zona fronteiriça. Com a retomada do conflito armado em setembro, tanto os clubes do Azerbaijão quanto os da Armênia não poderão atuar em casa – o que também afeta as seleções. O Ararat-Armenia já teve que encarar o Estrela Vermelha no Chipre durante a última fase classificatória, e acabou eliminado. Agora, é o Qarabag que se vê impedido de jogar em seu país – lembrando que Baku foi o palco da final de 2019. Há um caso parecido com o Zorya Luhansk nesta Liga Europa: por conta da guerra civil no leste da Ucrânia, o time jogará na cidade de Zaporizhia, no centro do país.

Conte e Lukaku (Foto: MIGUEL MEDINA/AFP via Getty Images/One Football)

– O impacto que a Champions representa

O Sevilla conquistou a última Liga Europa iniciando a sua trajetória na fase de grupos. Ainda assim, o atalho através da Champions costuma gerar fortes candidatos à taça – como foi o caso da vice-campeã Internazionale. Ainda que times de peso já apareçam no torneio secundário, a frustração da Champions pode transformar a Liga Europa em prêmio consolação. O Atlético de Madrid, em 2018, foi o último terceiro colocado em seu grupo na LC a se valer deste mecanismo. E considerando alguns grupos que concentram forças nesta Champions, é de se imaginar algum gigante precisando se reerguer na competição paralela.

O palco da final, em Gdansk (Claudio Villa/Getty Images/One Football)

– A volta da final à Polônia

A Polônia investiu alto em seus estádios para a realização da Euro 2012. Para diminuir o fardo ao país, então, a Uefa indica certa abertura às sedes locais em suas finais continentais. Varsóvia já tinha recebido a decisão da Liga Europa em 2015, quando o Sevilla bateu o Dnipro. Nesta temporada, a final acontecerá em Gdánsk, no Stadion Energa. A moderna casa do Lechia Gdánsk abrigou quatro partidas da Euro 2012, inclusive o Alemanha 4×2 Grécia das quartas de final. Também são dez jogos da seleção polonesa por lá, incluindo o último confronto com a Itália pela Liga das Nações. Tem capacidade para 41 mil espectadores, embora a média de público por temporada não tenha passado dos 17 mil desde a inauguração.

Grupo A
Roma (ITA)
Young Boys (SUI)
Cluj (ROM)
CSKA Sofia (BUL)

Grupo B
Arsenal (ING)
Rapid Viena (AUT)
Molde (NOR)
Dundalk (IRL)

Grupo C
Bayer Leverkusen (ALE)
Slavia Praga (TCH)
Hapoel Be’er Sheva (ISR)
Nice (FRA)

Grupo D
Benfica (POR)
Standard de Liège (BEL)
Rangers (ESC)
Lech Poznan (POL)

Grupo E
PSV Eindhoven (HOL)
PAOK (GRE)
Granada (ESP)
Omonia (CHI)

Grupo F
Napoli (ITA)
Real Sociedad (ESP)
AZ (HOL)
Rijeka (CRO)

Grupo G
Braga (POR)
Leicester (ING)
AEK Atenas (GRE)
Zorya Luhansk (UCR)

Grupo H
Celtic (ESC)
Sparta Praga (TCH)
Milan (ITA)
Lille (FRA)

Grupo I
Villarreal (ESP)
Qarabag (AZE)
Maccabi Tel-Aviv (ISR)
Sivasspor (TUR)

Grupo J
Tottenham (ING)
Ludogorets (BUL)
LASK (AUT)
Royal Antuérpia (BEL)

Grupo K
CSKA Moscou (RUS)
Dinamo Zagreb (CRO)
Feyenoord (HOL)
Wolfsberger (AUT)

Grupo L
Gent (BEL)
Estrela Vermelha (SER)
Hoffenheim (ALE)
Slovan Liberec (TCH)