Às vésperas do clássico, os treinos lotaram. Ambas as torcidas realizaram uma festa inflamada para motivar seus times. Já neste domingo, o Estádio Benito Villamarín recebeu o dérbi entre Betis e Sevilla, considerado por muitos como o mais ferrenho do futebol espanhol. Diante do mau início de temporada, os beticos tinham uma obrigação por cumprir em casa. No entanto, foram os sevillistas que prevaleceram. Conquistaram a vitória por 2 a 1 diante dos rivais e se colocaram na zona de classificação à Champions League, a um ponto dos líderes de La Liga.

O fervor antes da partida dimensionava a importância do duelo deste domingo. Até pela intensidade de alguns clássicos recentes, a empolgação tem aumentado. E o Betis bem que acreditava em sua recuperação a partir de uma vitória sobre os rivais. Só não contava com o gol precoce do Sevilla, logo aos 13 minutos. Lucas Ocampos pegou um rebote na entrada da área e o chute prensado foi o suficiente para entrar.

A insistência do Betis garantiu o empate pouco antes do intervalo. Após cruzamento da esquerda, Emerson ajeitou de cabeça e Loren mandou para dentro. Mas a alegria não durou muito. Aos 11 do segundo tempo, Luuk de Jong definiu o placar. O centroavante recebeu o passe no limite da linha de impedimento, invadiu a área e fuzilou. No fim, os beticos bem que tentaram reagir, mas o goleiro Tomás Vaclík e a trave impediram a igualdade. Nem a entrada do ídolo Joaquín ajudou os anfitriões.

O Sevilla assume a quarta colocação, com 24 pontos. A equipe acumula cinco partidas de invencibilidade e fica a um ponto dos líderes, Barcelona e Real Madrid, que têm um jogo a menos. Já o Betis aparece à beira da zona de rebaixamento. Os verdiblancos estão no 17° lugar, mas a quatro pontos do Z-3. Interromperam a boa sequência que viviam justamente em uma partida que poderia ter um significado maior.

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