O Estádio Azadi está entre os palcos mais impactantes das Eliminatórias da Copa do Mundo. A casa da seleção iraniana já recebeu diversas comemorações históricas em seu passado – como a de 1997, pela classificação ao Mundial da França, quando o evento também teve importância na luta pelo direito das mulheres no país muçulmano.  No entanto, o Irã não precisa ter garantido vaga para o espetáculo se repetir no gigante de concreto. Nesta terça, embora os números oficiais digam que 78,1 mil torcedores estiveram presentes, as estimativas indicam que cerca de 100 mil se amontoaram nas arquibancadas (e não só nelas) para assistir à vitória por 1 a 0 sobre a China, que manteve os persas nas cabeças de seu grupo.

Obviamente, há um risco de segurança com as pessoas sobre as marquises e outras áreas não recomendadas. A propensão a uma tragédia é considerável. Ainda assim, também fica evidente o fanatismo dos iranianos com a sua seleção. E uma das cenas mais impressionantes mobilizou a maioria absoluta dos 100 mil presentes. O “grito de guerra viking” da seleção islandesa, marcante na Euro 2016, já se popularizou em várias partes do mundo. Desta vez, repetiu-se também no Azadi, com as palmas e os urros dos milhares de torcedores. De arrepiar: