Copa do Mundo

[Copa 2014, um ano depois] Podolski faz primeiros amigos na Bahia e Equador para cidade gaúcha

Para celebrar o primeiro aniversário do Mundial 2014, vamos retomar um dos lemas da Copa. Depois do “Não vai ter Copa”, do “Vai ter Copa, sim” e do “Devia ter Copa todo ano”, é a vez de gritar “Volta, Copa!”. A cada dia, uma retrospectiva do que ocorreu há um ano. Só para alimentarmos nossa saudade.

VOLTA, COPA: Confira a retrospectiva dia a dia do que rolou na Copa das Copas

O folclore

O dia anterior já havia dado a letra: a relação entre os alemães e os baianos seria uma das atrações da Copa. Neuer e Schweinsteiger apareceram cantando o hino do Bahia, mas o grande personagem dessa história pintou só 24 horas depois. O meia Podolski começou a se soltar, e mostrou isso se misturando com o povão e tirando uma foto com os novos amigos no meio da praia.

Um pouco mais ao sul, os capixabas que tiveram um encontro ilustre inesperado. O pessoal de Vitória que resolveu comer um sanduíche no McDonald’s (seriam esses?) toparam com Benoit Assou-Ekotto. Sim, o lateral de Camarões e do Queens Park Rangers ficou com fome e decidiu bater um rango na lanchonete.

Um encontro casual e sem a menor pompa, nada comparado com a recepção que Viamão deu ao seus hóspedes. A cidade gaúcha foi selecionada como concentração do Equador e foi bem efusiva para mostrar quão feliz ficou com a escolha. Teve até gritos de “Ah, eu sou gaúcho!” e chave da cidade para o meia Antonio Valencia.

Bola rolando

Não houve jogos em 10 de junho de 2014.

Enquanto isso, na Trivela

São Paulo vivia o quinto dia de greve de metroviários e a expectativa para o jogo de abertura, marcado para o dia 12, era das piores. Mas Joseph Blatter, presidente da Fifa, parece alheio a isso. Ao invés de ajudar a resolver o problema, prefere se deslocar em carro escoltado para cima e para baixo, fazendo reuniões com outros cartolas pela capital paulista. Claro, fomos obrigados a dar uma pancada no suíço.

Em uma nota mais leve, uma galeria batuta com os uniformes mais bizarros da história das Copas.

“Oea” do dia

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Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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