Para celebrar o primeiro aniversário do Mundial 2014, retomamos um dos lemas da Copa. Depois do “Não vai ter Copa”, do “Vai ter Copa, sim” e do “Devia ter Copa todo ano”, é a vez de gritar “Volta, Copa!”. A cada dia, publicamos uma retrospectiva do que ocorreu há um ano. Só para alimentarmos nossa saudade.

VOLTA, COPA: Confira a retrospectiva dia a dia do que rolou na Copa das Copas

O folclore

Muita festa alemã. Teve Podolski fazendo alguma brincadeira com a torcida brsaileira na comemoração do título? Claro que teve! Teve Schweinsteiger jogando basquete com a camisa do Brasil? Sim, por que não teria?

Mas outras torcidas também tiveram seus momentos. Antes da decisão contra a Alemanha, os argentinos tentavam espalhar a nova versão de “Decime que Se Siente”, com referências à campanha da equipe de Felipão. Enquanto isso, o torcedor-símbolo da seleção holandesa estava feliz por ter ganhado um presentão: recebeu de Van Persie a tarja de capitão usada na disputa de terceiro lugar contra o Brasil.

Bola rolando

O torcedor brasileiro que gosta de secar a Argentina teve um pequeno alívio na final. A Seleção deu vexame, mas ao menos o maior rival não comemorou o tri no Maracanã. A Alemanha venceu por 1 a 0, Götze marcando na prorrogação o gol que deixou o Mundial de 2014 como o que teve mais bolas na rede em números absolutos (171), empatado com o de 1998.

Vídeo do dia

Reportagem da Globo mostra a relação que a seleção alemã criou com Santa Cruz Cabrália, cidade no sul da Bahia onde ficou concentrada. Foi algo que ocorreu durante toda a Copa, mas o grande símbolo disso foi em 13 de julho, com a dança dos jogadores em torno da taça na comemoração do título.

Enquanto isso, na Trivela

Schweinsteiger foi um dos símbolos do modo como a Alemanha conquistou o mundo em terras brasileiras. Não é pelo fato de ter sido um dos melhores jogadores (talvez o melhor) da final, mas de, ao final de cada vitória alemã, fazer questão de consolar o craque ou o líder da equipe derrotada. Fizemos uma galeria mostrando esses momentos, que começaram com Cristiano Ronaldo e terminaram com Messi.

Também estávamos no meio da balbúrdia. Da polícia contendo torcedores nos bares da Vila Madalena, em São Paulo, às discussões acaloradas entre brasileiros e argentinos no Maracanã. Aliás, o estádio carioca também foi tema de um artigo. Afinal, a Copa voltava a um dos maiores templos do esporte mundial.

E, claro, era momento de algumas reflexões e retrospectivas. Uma falando sobre o que foi a Copa do ponto de vista da organização, e outra sobre o que ela representou dentro da história dos Mundiais.

Oea do dia