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Follmann rescinde com a Chape: “Há dias mais difíceis, mas sou grato a Deus pela segunda oportunidade de viver”

Ex-goleiro da Chapecoense reconhece desafios e relembra momentos importantes da carreira

O ex-goleiro da Chapecoense, Jackson Follmann, anunciou sua renúncia com a Chapecoense. Em entrevista para o Sites de Apostas, relembrou momentos inesquecíveis em sua carreira.

Primeiros anos

Formado na base do Juventude, onde se desenvolveu e cresceu, começou no time em 2008 e trabalhou com o Lisca em 2012, onde disputou campeonato estadual, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Segundo ele, essa foi uma experiência incrível, pois naquele momento, apesar de o Juventude estar passando por muitas dificuldades financeiras, os atletas tiveram oportunidade de jogar e mostrar o potencial e trabalho.

“O ano de 2012 foi um ano brilhante para mim, foi quando eu fui contratado pelo Grêmio. Eu cheguei nessa equipe em uma outra condição, com um contrato de três anos, foi uma situação financeira e de trabalho mais estável”, disse ele.

Vencedor do Pop Star

O ex-goleiro da Chapecoense já era apaixonado pela música, antes mesmo de ser indicado para o programa Pop Star, da Rede Globo. A influência na música veio da família de Follmann. “Eu cresci vendo meus pais e tios cantando e tocando violão nas rodas de churrasco e foi assim que nasceu minha paixão pela música. Sempre levei meu violão para o pós-jogo nas equipes que joguei”, contou.

Follmann teve a oportunidade de participar do programa Popstar no ano passado e acabou ganhando o prêmio. Tudo começou com a participação de Follmann no programa da Fátima Bernardes, quando a produção viu sua conexão com a música e fizeram uma surpresa levando um violão para o ex-goleiro. “Eu estava com bastante dificuldade de cantar, eu tinha a prótese na perna e tinha feito uma cirurgia na cervical, que afetou as minhas cordas vocais, mas eu acabei cantando pelo fato das pessoas pedirem e foi muito legal.”

A produtora do Programa da Fátima da Rede Globo é a mesma do PopStar que o convidou para participar da competição representando o esporte. “Foi incrível porque eu consegui me reinventar fora do esporte e aceitaria o convite novamente mesmo se não tivesse ganho, foi um desafio emocionante. Acredito que a minha relação com a música será um elo até a eternidade”.

Desafios

A vida deu uma reviravolta muito grande para o ex-jogador, principalmente porque ele estava em uma fase muito boa de sua carreira, inclusive já tinha participado de reuniões com a diretoria da Chapecoense. “Eu ia assumir o posto de titular no ano de 2017, porque era muito difícil segurar o Danilo (titular) na época, porque ele estava fazendo jogos incríveis e muitos times tinham interesse nele. E eu tinha esse sentimento de que em 2017 eu poderia fazer história igual o Danilo ou o Nivaldo, que foi outro goleiro que passou pela Chape.”

Follmann admite que não é fácil sempre estar positivo. “Eu sou um ser humano, apesar de estar sempre com um sorriso no rosto e ter esperança, tem dias que são mais difíceis, mas sou grato a Deus pela segunda oportunidade de viver e espero ajudar ao próximo de alguma forma.”

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