A Conmebol ainda não sabe quando será possível concluir suas competições de 2020, mas é praticamente certo que as decisões da Libertadores e da Copa Sul-Americana precisarão ser adiadas – e a tendência é que sequer ocorram neste ano. O Maracanã e o Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, são as sedes escolhidas para as próximas finais continentais. E, um tanto quanto apressada em acelerar o processo, a confederação continental anunciou nesta quinta-feira os estádios que se candidatarão às decisões em 2021, 2022 e 2023.

Por mais que o timing não seja o ideal, até pela falta de perspectivas, a Conmebol resolveu levar adiante a escolha. No final de maio, cada local deverá apresentar sua candidatura e a confederação irá selecionar as mais preparadas. Ainda assim, antes do anúncio derradeiro, os dirigentes da entidade deverão inspecionar cada uma das sedes – quando a situação sanitária puder permitir as viagens. Só então a Conmebol baterá o martelo.

Como era de se imaginar, Brasil e Argentina monopolizam as candidaturas. A maior parte das sedes se concentra nos dois maiores países da Conmebol. São nove estádios brasileiros, todos reformados ou construídos recentemente: Arena da Baixada, Beira-Rio, Morumbi, Arena Corinthians, Mané Garrincha, Castelão, Fonte Nova, Arena Pernambuco e Maracanã – que, sim, já reaparece como potencial sede da Copa Sul-Americana em 2021 e dos dois torneios nos anos seguintes.

A Argentina apresentou sete estádios como possíveis sedes, cinco deles na região metropolitana de Buenos Aires. Os outros países que se candidataram às decisões são: Colômbia, Equador e Peru, com dois estádios cada; e Chile e Uruguai, com um estádio cada. O Estádio Monumental U, que recebeu a final da Libertadores de 2019, também integra a lista – assim como o Estádio Nacional de Santiago, que originalmente deveria abrigar o jogo entre Flamengo e River Plate.

Abaixo, a relação completa: