O River Plate havia vencido apenas uma partida no Campeonato Argentino. Estava invicto, mas com quatro empates, em cinco rodadas. O segundo triunfo, porém, foi especial. Na Bombonera, Pity Martínez e Scocco acertaram dois chutaço para construir o placar a favor dos visitantes, e Franco Armani fez o que sempre faz para manter a sua meta intacta, na vitória por 2 a 0: grandes defesas. 

Mesmo fora de casa, o River Plate mandou na partida, até o placar ser aberto, mais bem posicionado em campo e tranquilo, em contraste com certo nervosismo do Boca Juniors. Aos 15 minutos, Pavón apareceu para fazer o corte, a bola subiu e caiu no pé esquerdo de Pitty Martínez, que bateu cruzado, de primeira, para abrir o placar. 

Cardona escapou da expulsão porque a arbitragem considerou que o soco que ele deu no rosto de Enzo Pérez valia apenas um cartão amarelo. Da mesma maneira, o Boca Juniors reclama de um pênalti por toque de mão de Leonardo Ponzio. 

Depois do intervalo, o Boca Juniors melhorou bastante. Assumiu as rédeas, ocupou o campo de ataque e começou a pressionar. Foi quando brilhou o sistema defensivo do River Plate. Schelotto, aos 21 minutos, retirou o inoperante Tévez para colocar Mauro Zárate. No entanto, pouco depois, Scocco, também de primeira, soltou a perna direita para fazer 2 a 0. 

O abafa do Boca Juniors continuou, mas as melhores chances saíram apenas nos acréscimos. Izquierdoz mandou a primeira no travessão. Logo depois, foi Más quem testou, e Franco Armani voou para retirar a bola do ângulo. E o River Plate repetiu a vitória na Supercopa da Argentina. 

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