Chelsea conseguiu uma vitória tranquila diante do Burnley, mas não sem controvérsias com o VAR

VAR esteve em todos os lances chave do jogo em uma vitória por 3 a 0 em que os Blues foram muito melhores o tempo todo

O Chelsea venceu de forma tranquila o Burnley neste sábado por 3 a 0 em Stamford Bridge, em um dia de boa atuação dos seus jogadores de frente. Os Blues foram bem melhores que os rivais, mas mesmo assim, o jogo não escapou de ter alguma controvérsia por causa do VAR. Todos os lances importantes do jogo – os três gols do Chelsea e um anulado do Burnley – tiveram participação dos árbitros pilotando o VAR.

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Aos 18 minutos, o Burnley conseguiu abrir o placar depois de uma cobrança de falta e um gol de Jeff Hendrick. O tento, porém, foi anulado por impedimento do zagueiro Bem Mee, que fez o passe de cabeça. O lance foi muito ajustado e nem as imagens do VAR, computadorizadas, deixaram uma conclusão definitiva. Na imagem, o impedimento é bem por pouco. Como a regra é que qualquer ponto à frente já signifique impedimento, exceto por partes do corpo com a qual não se pode fazer o gol (os braços, por exemplo).

Um pouco depois, um novo lance que gerou alguma dúvida. Foi marcado um pênalti para o Chelsea aos 25. Matthew Lowton deu um carrinho perigoso e atingiu Willian. Ficou a dúvida se o brasileiro tinha forçado. Até pareceu que forçou, sim, mas o carrinho de Lowton o acerto uem cheio. Penalidade confirmada, Jorginho foi para a cobrança, bateu e marcou: 1 a 0 para os Blues em Stamford Bridge.

No final do primeiro tempo, o Chelsea chegou ao segundo gol no jogo. Jogada pela direita, Reece James cruzou alto e Tammy Abraham subiu de cabeça para marcar: 2 a 0. Mais uma vez, houve alguma controvérsia, porque o atacante pareceu empurrar o seu marcador antes da bola chegar e, assim, ter alguma vantagem para cabecear com mais tranquilidade. A revisão, porém, não considerou o lance faltoso e mandou o jogo seguir, confirmando o gol.

O terceiro gol veio logo no início do segundo tempo. Os primeiros minutos foram de muita pressão do Chelsea, troca de passes no ataque, até que chegou em Azpilicueta, na esquerda, que cruzou para Abraham no meio, a bola passou por ele e Hudson-Odoi completou para a rede: 3 a 0.

Com o placar já tão elástico, o jogo ficou completamente controlado pelo Chelsea, que só trabalhou a bola buscando achar os espaços. Terminou o jogo com 65% da posse de bola, com 18 chutes a gol (contra sete do adversário) e oito finalizações no alvo. Os números são só um indício, mas em campo foi mesmo o Chelsea quem jogou mais.

O time todo jogou bem. A defesa não teve muito trabalho, com uma marcação sempre muito compacta. Willian, atuando pelo lado esquerdo, foi muito bem também, sendo uma opção sempre importante de ataque, criando oportunidades e sofrendo o pênalti que gerou o primeiro gol, além de participar da construção do terceiro.

O Chelsea de Frank Lampard segue firme na quarta posição da tabela da Premier League, cinco pontos à frente do Manchester United, que vem em seguida.

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