Ao assumir o comando da CBF, o presidente José Maria Marin pediu maior quantidade de jogos para a Seleção no Brasil e rivais mais fortes. Admitindo não ter autonomia para definir os amistosos, que possuem os direitos presos a uma empresa árabe, a ISE, até 2022, o cartola comemorou o sorteio da Copa das Confederações por colocar a equipe ao lado de adversários mais espinhosos. Esse também promete ser o objetivo para os demais compromissos do ano que vem.

A CBF trabalha para confirmar em breve uma partida contra a Rússia no dia 25 de março, em Londres. A negociação se encontra em andamento e pode apresentar novidades nas próximas semanas. Na última sexta-feira, a entidade já havia anunciado a realização de um jogo contra a Itália em 21 de março, em Genebra, na Suíça. A ideia é aproveitar as datas reservadas pela Fifa para testar o time ao máximo.

O amistoso com a Rússia seria o terceiro teste da equipe agora comandada pelo técnico Luiz Felipe Scolari. Além da Itália, a seleção brasileira enfrentará a Inglaterra no dia 6 de fevereiro, também em Londres. Ainda estão confirmados para o primeiro semestre outras duas partidas no Brasil. A princípio, novamente contra a Inglaterra, no dia 2 de junho, no Maracanã, e contra a França, no dia 9 do mesmo mês, no Mineirão. Um conflito entre parceiros da CBF e da Fifa, no entanto, pode adiar os encontros.

Depois de fazer sucesso na Eurocopa de 2008, a seleção russa enfrenta uma fase de transição, com a saída do treinador Dick Advocaat de seu banco de reservas, e a não classificação para a última Copa do Mundo. Em entrevista à revista ESPN, meses atrás, Felipão chegou a admitir interesse em comandar o país, mas acabou preterido pelo italiano Fabio Capello.

O blogueiro tentou entrar em contato com a assessoria da CBF para confirmar a informação, mas não obteve retorno.