Cai-cai no basquete

Tem nova coluna no Extra Time e fala sobre cai-cai. Não, não estou falando sobre futebol em um texto de basquete, mas sobre um problema do futebol que também existe no basquete. E está sendo combatido. Abaixo, um trecho.

Cavar uma falta de ataque é uma arte. Obriga o jogador a ler a jogada mais rapidamente do que o rival, faz com que ele se antecipe ao movimento adversário, tome sua posição e seja derrubado. Isso é lindo. É um dos pontos máximos que um atleta pode alcançar na defesa. Provavelmente só perde para o toco.

Porém, o que muitos e muitos jogadores estão tentando fazer nada tem a ver com defesa, querem transformar o basquete em um esporte de mocinhas (sim, não estou sendo politicamente correto ao dizer isso, mas já é uma expressão popular). Qualquer encontrão, qualquer esbarrão, qualquer cotovelo mais alto e pronto! Como narraria Januário de Olveira, “tá lá um corpo estendido no chão”.

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