O goleiro Gianluigi Buffon comentou sobre a seleção italiana em entrevista ao jornal Corriere della Sera. Para o goleiro, a Itália está muito bem servida na posição, não só com Gianluigi Donnarumma como com outros goleiros. Além disso, ele também comentou a possibilidade de enfrentar a Juventus em um potencial confronto na Champions League. Apesar de gostar do reencontro, ele preferia que isso não acontecesse.

LEIA TAMBÉM: Peter Thompson, bicampeão inglês pelo Liverpool de Shankly, morre aos 76 anos

Seleção italiana

“Eu falei com Mancio [Roberto Mancini], eles não precisam de mim”, disse Buffon. “Mancini sabe a rota certa a tomar, eu não conheço o presidente da FIGC. Eu estou satisfeito que Chiello [Giorgio Chiellini] tenha herdado minha braçadeira tanto na Itália quanto na Juventus, porque ele é um homem e um jogador que merece esse tipo de responsabilidade”.

“Gigio [Donnarumma] é um símbolo de consistência e bondade de um projeto que é visado para preparar para os jogadores mais jovens para o próximo torneio. Eu também acho, se forem para eles começaram jogando, que [Mattia] Perin, [Alessio] Cragno e [Salvatore] Sirigu dariam ótima garantia”, comentou o goleiro.

Enfrentar a Juventus

“Seria lindo e estranho”, afirmou o goleiro sobre a possibilidade de enfrentar a Juventus na Champions League, caso os dois times avancem de fase. O PSG terá o Manchester United como adversário, enquanto a Juventus enfrentará o Atlético de Madrid. “Mas eu voltaria ao meu estádio, com os meus torcedores, que eu deixei de uma maneira muito emocional. Um reencontro”, disse. “Se fosse a final, porém, seria difícil administrar as coisas depois do jogo: eu gostaria de ter a liberdade de comemorar livremente em caso de vitória”.

Arrependimento por não jogar com Cristiano Ronaldo?

“Eu joguei com muitos campeões, e eu sempre quero testar a mim mesmo com os melhores, incluindo ele. Não é como se não tenhamos nenhum em Paris também, [Kylian] Mbappé e Neymar também tem esse tipo de status”, disse.

A Juventus sentirá sua falta?

“Eu acho que não, porque é um clube que planeja todo tão bem que é difícil ter escolhas erradas por lá. Eles são uma máquina de guerra nesse sentido também”, continuou. “A Champions League? Eles certamente estão entre os grandes candidatos, mas o time mais forte nem sempre vence. Especialmente em um torneio curto, algumas vezes o time mais valente vence”.