Brasil

O árbitro de Inter x Figueirense teve o privilégio de ser protegido pelo He-Man (ou Rafael Moura)

O Internacional conseguiu carimbar a sua vaga direta à Libertadores apenas aos 50 minutos do segundo tempo da última partida. Não poderia ter deixado para mais tarde. A partida contra o Figueirense esteve cheia de polêmicas. Quatro jogadores foram expulsos, dois de cada lado. E o gol saiu no final de acréscimos pouco comuns no futebol brasileiro. Os jogadores do clube catarinense, embora já estivessem livre do rebaixamento e sem nenhuma pretensão, ficaram irritadíssimo e correram para cima do árbitro Marielson Alves Silva, da Bahia.

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Eis que surge o herói da tarde. Rafael Moura, o He-Man, já havia feito o gol de empate do Internacional, que ajudou a dar esperança e motivação para os companheiros. Depois do apito final, serviu de guarda-costas de Marielson. Correu para separar os jogadores do Figueirense, ficou entre a troca de empurrões e ainda saiu correndo junto com o árbitro, escoltando-o. Fez jus ao seu apelido:

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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