A Copa do Mundo começa efetivamente em 1º de dezembro. Nesta data, conheceremos os grupos e os cruzamentos que muitas vezes definem o futuro das seleções no torneio de futebol mais famoso que existe. Um dos responsáveis por selecionar as bolinhas será um campeão do mundo com mãos firmes para não deixá-las cair. Gordon Banks está otimista com as perspectivas da Inglaterra no Mundial de 2018 e encantando com um jogador em especial: Jamie Vardy, artilheiro do Leicester, clube no qual o veterano despontou.

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Em entrevista ao site da Fifa, Banks foi questionado se ele tinha preferências sobre os cruzamentos da Inglaterra, algum time que ele preferia não encarar no começo da competição. Mas o ex-goleiro demonstrou bastante confiança. “Depois de ver a Inglaterra jogar contra o Brasil, que é um dos favoritos, eu acho que não. Na minha opinião, não importa. Você tem que conseguir um resultado contra quem você for jogar, seja difícil ou não. Em certo momento, tem que jogar contra os melhores times, se você quiser ir até o fim, então tem apenas que lidar com isso. Tem que ir lá e dizer: ‘Vamos lá, jogar nosso melhor e torcer para seguir em frente'”, disse.

Fã do futebol de Vardy, Banks acredita que ele deveria atuar junto com Harry Kane, o principal atacante da Inglaterra. “Quando você vê alguém como Vardy, que adora correr, você pensa, ‘oh, esse é alguém que consegue ultrapassar o seu marcador’. É assim que eu o vejo. Quando eu o vejo jogar, e ele dá essas arrancadas, os defensores não estão acostumados com elas, particularmente com a velocidade que ele tem. Se o passe encontra alguém como ele, correndo nos espaços, o goleiro não vai ficar contente”, explicou.

Banks também está esperançoso com a nova geração de jogadores ingleses, que vem vencendo quase todos os torneios de categorias de base. “Eles têm ido muito bem. Incríveis. Eu não acredito que venceram todos esses torneios. Prova que eles são bons. Mas há uma diferença entre isso e chegar ao topo. Não há motivo para eles não se darem bem. [O treinador] trouxe alguns contra o Brasil e eles jogaram bem, então não estamos tão mal”, explicou.


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