Em novembro de 2014, publicamos uma série especial sobre a queda do Muro de Berlim. Em cinco episódios, explicamos como funcionava o futebol na Alemanha Oriental, trouxemos a trajetória dos principais clubes da capital e apresentamos os desdobramentos após a reunificação. Neste 9 de novembro de 2019, o episódio histórico completa 30 anos. Abaixo, resgatamos os links e os textos originais. Durante os próximos dias, teremos mais alguns novos artigos sobre o assunto. Confira:

Segunda: Os 25 momentos mais gloriosos do futebol alemão-oriental

Grandes jogadores, grandes partidas, grandes conquistas (sim, houve algumas). Uma galeria que mostra que esporte na Alemanha Oriental era mais do que ganhar montanhas de medalhas na natação – com a mudança de tecnologia no site, selecione a legenda para conseguir ler por inteiro.

Terça: Como o governo da Alemanha Oriental usava seu poder para manipular o futebol

Clubes se reforçavam e venciam de acordo com as orientações do Partido Comunista, até mudança de casa era uma prática recorrente. Tudo para o futebol atender aos interesses do Estado.

Quarta: O Union Berlim e o futebol como meio de resistência ao governo

Em um universo em que órgãos governamentais mantinham clubes de futebol, a população foi procurar o time independente. Assim cresceu o Union Berlim, sem apoio estatal, sem muitos títulos, mas muita torcida.

Quinta: Como a construção do muro sabotou o Hertha e o futebol de Berlim Ocidental

O Hertha tinha todas as condições para ser uma das potências do futebol alemão, mas a divisão da cidade o ilhou geograficamente, o separou de parte de sua torcida e impediu que Berlim Ocidental competisse com Munique, Hamburgo e o Vale do Rio Ruhr.

Sexta: O futebol alemão-oriental pós-muro

Os 30 anos da queda do muro (e os 29 da reunificação alemã) não foram suficientes para acabar com a desigualdade no futebol alemão, com o lado oriental de clubes capengas e sem destaque. E quem se aproveita disso é o Borussia Dortmund.