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Cheio de multas, Reus nunca teve carteira de motorista, e a polícia descobriu só agora

Além do talento com a bola nos pés, o cabelo estilizado e as jogadas e gols incríveis pelo Borussia Dortmund, outro traço que faz parte da imagem de Marco Reus é sua grande coleção de carrões. Belos e potentes, mas que ficarão em desuso por algum tempo. Tudo porque a polícia alemã descobriu que o meia de 25 anos nunca teve uma carteira de motorista. A irresponsabilidade de andar por aí sem a documentação necessária ainda custará uma fortuna para o jogador, que precisará pagar cerca de R$ 1,76 milhão em multas.

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Nos últimos três anos, segundo a BBC, Reus recebeu pelo menos cinco multas por excesso de velocidade, algo recorrente entre os boleiros deslumbrados com suas máquinas, mas sem a instrução certa de como operá-las. Talvez mais incrível que o fato de o jogador recorrentemente ser pego seja a polícia descobrir apenas agora que o jogador da seleção alemã não tem carteira de motorista. Ou talvez a gota d’água tenha sido apenas agora.

O próprio Marco Reus nem se deu ao trabalho de inventar uma desculpa. Em entrevista ao jornal Bild, foi sincero ao máximo: “Eu realmente não consigo entender as razões pelas quais eu fiz isso”. Já Sascha Fligge, diretor de comunicação do Borussia Dortmund, garantiu que algo do tipo não se repetirá. “Ele prometeu que tal coisa não acontecerá novamente”, respondeu, sucinto, o dirigente.

O pior de tudo é que Reus já foi garoto-propaganda de carros e fabricantes de combustíveis, o que arranha um pouquinho mais sua imagem. Mas o caso é tão inusitado, e o valor tão absurdo, que talvez as consequências sejam apenas umas boas risadas. Por mais potencialmente perigosa que sua ação tenha sido.

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Leo Escudeiro

Apaixonado pela estética em torno do futebol tanto quanto pelo esporte em si. Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, com pós-graduação em futebol pela Universidade Trivela (alerta de piada, não temos curso). Respeita o passado do esporte, mas quer é saber do futuro (“interesse eterno pelo futebol moderno!”).

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