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Em despedida da seleção congolesa, Kidiaba provou que é o goleiro mais provocador do mundo

A dancinha inusitada após vencer o Internacional no Mundial de Clubes de 2010 tornou Kidiaba conhecido em todo o Brasil. Mesmo distante, o goleiro congolês acabou entrando no folclore do futebol brasileiro pela surpreendente eliminação do Colorado diante de seu Mazembe. Neste sábado, na disputa de terceiro lugar da Copa Africana de Nações, o arqueiro despediu-se da seleção congolesa aos 39 anos. Com defesa de pênalti, dancinha, garantindo o lugar no pódio e com uma provocação bem peculiar.

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A República Democrática do Congo bateu a Guiné Equatorial nos pênaltis por 4 a 2. Logo na primeira cobrança, enquanto o batedor se encaminhava à marca da cal, Kidiaba mandou uma cambalhota no ar com a facilidade de um acrobata de 20 e poucos anos. O movimento do goleiro deve ter desestabilizado o adversário, que isolou a bola. Mais tarde, o arqueiro ainda defenderia um pênalti. É claro que, após o triunfo, teve dancinha do goleiro tão icônico.

Como é difícil prever o Mazembe novamente na disputa do Mundial, essa talvez tenha sido a última vez que tenhamos visto Kidiaba em um de seus momentos marcantes. Sua espontaneidade deixará saudade, especialmente após um último ato pela seleção tão brilhante como esse.

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Leo Escudeiro

Apaixonado pela estética em torno do futebol tanto quanto pelo esporte em si. Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, com pós-graduação em futebol pela Universidade Trivela (alerta de piada, não temos curso). Respeita o passado do esporte, mas quer é saber do futuro (“interesse eterno pelo futebol moderno!”).

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