Adrien Rabiot diz que jogar na Itália e pela Juventus o ajudou a crescer “como jogador e pessoa”

Adrien Rabiot passou meses parado no Paris Saint-Germain ao fim do seu contrato e não teve uma primeira temporada de destaque pela Juventus. Agora, começa a mostrar um pouco mais de futebol. Tem sido frequentemente usado por Andrea Pirlo e, no último domingo, fez um bom jogo na vitória da França por 1 a 0 sobre Portugal que garantiu a passagem da campeã do mundo às semifinais da Liga das Nações.

O jogador de 25 anos, em entrevista à Telefoot, afirmou que a mudança de cenário lhe ajudou a crescer, assim como atuar por um clube com as exigências da Velha Senhora.

“Eu me sinto um jogador mais completo agora, uma pessoa diferente”, afirmou. “Você pode ver a diferença que isso fez no meu desempenho pela França também. Estou satisfeito com o trabalho diário, dentro e fora de campo”.

“Trabalhar tanto em táticas, o que não costumamos fazer na França, é também muito benéfico. Eu me sinto muito melhor”, acrescentou, segundo a Reuters.

A carreira de Rabiot pela seleção francesa parecia ter terminado quando o jogador se recusou a aceitar a convocação de Deschamps para a lista de suplentes para a Copa do Mundo de 2018. Depois de um exílio de mais de dois anos, ele voltou a ser chamado para enfrentar a Suécia, pela Liga das Nações, em setembro. Contra Portugal, realizou seu quarto jogo desde então.

“Eu fiquei surpreso de ter sido chamado de volta tão rápido, mas o treinador me disse que poderia até ter me convocado antes”, afirmou. “Tivemos uma boa conversa, eu gostei dela e resolvemos a questão. Eu esperei pacientemente pelo meu momento”.

“Eu deixo os críticos falaram, não significa nada para mim, porque eu sei que amo jogar pela França e venho para cá com prazer e determinação para manter meu lugar”, completou.

Rabiot tem no total dez jogos pela seleção francesa e ainda não fez nenhum gol.

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